Amy Lee

NME: Lista dos melhores 10 álbuns dos últimos 15 anos de Amy Lee !

A revista NME, vários artistas listaram seus 10 melhores álbuns dos últimos 15 anos. Amy também fez sua lista:

1. Björk – ‘Vespertine’
Björk é minha ídola. Quando eu a conheci mal conseguia falar, foi bem embaraçoso. Sempre fico impressionada com o fato de o resto do mundo não ter absorvido o quão espantoso foi ‘Vespertine’. A arte dela me inspira demais.
2. Adele – ‘21’
3. Deftones – ‘Around The Fur’
4. Tool – ‘Aenima’
5. Nine Inch Nails – ‘The Fragile’
6. Tori Amos – ‘Boys For Pele’
7. Portishead – ‘Portishead’
8. Tron Soundtrack – ‘Daft Punk’
9. John Mayer – ‘Continuum’
10. Garbage – ‘Garbage’

Créditos: IEssence !


Ganhe um desenho da Amy Lee na compra de um CD ou DVD do Evanescence !

O facebook do Evanescence está distribuindo um desenho exclusivo da Amy Lee para quem já comrpou o álbum, físico ou pelo iTunes: se você já garantiu o seu (exceto EUA, Canadá e Japão), clique em VALIDATE e ganhe um protetor de tela e um desenho exclusivo da Amy!

Créditos: IEssence !


Entrevista com Amy Lee no Acesso MTV !

O Acesso MTV fez uma entrevista exclusiva com a Amy Lee no período em que o Evanescence esteve aqui no Brasil para se apresentar no Rock In Rio 2011. Assista abaixo o vídeo da entrevista:

 

A VJs Titi começou a julgar a música MHIB pelo título pois elas não sabem o real tema da música! Ainda disseram:

-Ah mas ela estava tão linda de roupinha de noiva
-Tava, achei que fosse casar de preto né? Ela é TÃO GÓTICA…
-É verdade né? ou pelo menos um cinza…

Créditos: EvShadow !


MTV News entrevista Amy Lee sobre novas turnês em 2012 !

A MTV News entrevista a Amy Lee e falam sobre novas turnês em 2012. Veja abaixo:
Evanescence planejando turnê para 2012 !

No backstage do histórico Hollywood Palladium nesta terça-feira, a vocalista do Evanescence, Amy Lee estava radiante. Ela tinha apenas algumas horas para tocar para um exército de fãs ansiosos (que, aliás, começou a formar uma fila ao redor do local no início do dia). E, claro, sua banda lançou seu terceiro álbum muito aguardado, Evanescence, no mesmo dia.

“Há uma grande fila lá fora, com certeza”, disse Lee à MTV News. “Eu não sei o que dizer, foi muito bonito. Eu fui e comprei o meu álbum na loja Amoeba [Music] e depois eu estava no meu caminho de volta e eu tinha o meu pequeno álbum no meu colo, e eles estavam procurando seus álbuns também. Acho que eles só vieram de lá.

“Estamos muito animados”, continuou Lee. “Sabe, trabalhamos neste disco por muito tempo e hoje é o dia que estamos ansiosos por um tempo. É ótimo estar em LA. Nós tocaremos um ótimo show e apenas se divertir.”

O show foi simplesmente a segunda parada da turnê, que vê o apoio de bandas de abertura, The Pretty Reckless (que Lee chamou de “um ótimo ajuste”) e Rival Sons (cujo som ela descreveu como “um Zeppelin, um rock alucinante e incrível”). Ambas as bandas foram escolhidas a dedo pelo EV, sem dúvida, devido às suas notáveis ​​músicas ao vivo.

Tanto quanto o que os fãs podem esperar do show do Evanescence, Lee prometeu muito do novo álbum.

“Estamos definitivamente focando principalmente no novo material,” disse Lee. “Estamos muito animados nessa música – obviamente, é a mais nova – mas é claro que tocararemos alguns de nossos dois outros álbuns também, eu acho que eu diria que, geral, nosso show tem uma energia pesada, por isso estaremos saindo por aí cantando um monte de músicas rápidas.” Apesar de ter sido muito tempo desde que os fãs tiveram a chance de ver o Ev ao vivo, Lee não se esqueceu de sua coisa favorita sobre turnês.

“Eu amo os fãs!”, disse Lee com um sorriso. “Acho que os shows – eu acho que é uma resposta chata – mas, definitivamente, a coisa que nós estamos procurando na estrada é os shows. Vendo os fãs – Espero fazê-los perder o juízo.”

Que é exatamente o que eles fizeram quando a banda subiu ao palco mais tarde naquela noite no Palladium. Um mar de camisas pretas encheu o local perto de sua capacidade. É claro, a banda repetiu o mesmo guarda-roupa escuro, marcado por uma explosão de xadrez no vestido de Lee. Os fãs capturaram os momentos com seus celulares e câmeras no ar.

O show energético de LA foi uma parada entre uma série de cidades dos EUA que a banda vai atingir até 01 de novembro. Mas se a sua cidade natal não está no calendário atual, não se preocupe: EV já está planejando a próxima turnê dos EUA.

“Nós ainda estamos reservando as datas, mas eu acho que nós estaremos fazendo outra turnê pelos EUA no próximo janeiro ou no final de janeiro, em algum lugar por aí”, diz Lee. “Isso é um tipo de plano. Se não, será logo após. Nós estaremos em todo o mundo – nós sempre fazemos uma turnê mundial, mas desta vez nós estamos fazendo um ponto para tentar atingir um monte de países que sempre quisemos ir e nunca fomos, ou vemos nossos fãs tweetando para nós e dizem: ‘Porque vocês não vêm pra cá?’ Nós nunca fomos para a Indonésia, ou em qualquer outro lugar. Então, sim, temos uma grande lista de lugares que nós estamos fazendo uma turnê para o futuro próximo.”

Fonte: MTV News !

Créditos: Ev Rock BR !


Amy Lee revela a Revista Revolver suas músicas favoritas da cantora Björk !

Na revista Revolver, Amy Lee revela suas cinco músicas preferidas da cantora Björk. Veja abaixo:

Amy Lee, líder do Evanescence lista suas músicas favoritas da Björk

“Evanescence”, o terceiro álbum da banda em cinco anos, agradecidamente marca um retorno ao seu sinistro som explosivo e ao gemido celestial de Amy Lee. Mas há um foco mais profundo nas texturas eletronicas, graças a programação de Chris Vrenna do Nine Inch Nails e graças ao profundo e duradouro amor da frontwoman por artistas como Portishead, Massive Attack e Depeche Mode. Aqui Lee – a qual é destaque na capa de nova edição da “As gatas mais quentes no Hard Rock” – lista suas quatro músicas favoritas da incansável Irlandesa de muitos gêneros musicais Björk. Cujo espírito selvagem e despreocupado brilha nos cantos mais escuros do Evanescence.

Crystalline

“Björk me inspira de muitas maneiras. Sua voz é uma das mais incríveis vozes do mundo. E ela dirá qualquer coisa. O modo que ela usa o inglês, provavelmente por que não é sua primeira língua, o usa de modo que as palavras soam muito mais do que as palavras querem dizer. Isso sempre me inspirou. Quando estou escrevendo, eu penso dessa forma, também. Quero que a significado importe, mas o modo que na realidade vai sair da sua boca importe também. Menina inteligente, aquela.”

Army Of Me

“Eu sei que é a favorita de todo mundo, mas ela é tão boa. Há um álbum completo de convers dessa única música. Se você for no iTunes, há um álbum que é completamente essa música 12 vezes por 10 bandas diferentes.”

Joga

“Estou provavelmente pronunciando-a de forma errada. Eu amo essa música. [Um reporter da MTV] disse que a Lost In Paradise o faz lembrar essa música. Essa é uma música que me inspirou desde muito e muito tempo atrás. Ela definitivamente me inspirou musicalmente eras atrás.”

Pagan Poetry

“Essa é outra grande música que ouço muito. Cara, a letra é tão boa. ‘On the surface simplicity/But the darkest pit in me/It’s pagan poetry’… Adora essa! Coversa totalmente comigo, é muito linda!”

Fonte: REVOLVER MAGAZINE !

Créditos: Ev Rock BR !


O Dia Online: Comentam sobre Evanescence, Amy Lee e o novo álbum !

Site do jornal carioca, O Dia Online. Comentaram sobre a banda Evanescence e sobre a Amy Lee e detalhes sobre o novo álbum. Vejam abaixo:

O Evanescence além de Amy Lee

Única integrante original da banda, a vocalista garante que o novo CD, lançado hoje, tem um pouco de cada um do grupo

Rio – Normalmente uma banda lança o disco e depois sai em turnê, certo? No caso do Evanescence, as coisas aconteceram ao contrário. O terceiro CD do grupo tem lançamento mundial hoje, mas o primeiro show da nova turnê aconteceu na semana passada, no Rock in Rio.

“Temos muitos fãs brasileiros e eles são especiais. Esse álbum é importante porque é o primeiro CD nosso que tem um pouco de cada integrante nas músicas”, analisa Amy Lee, vocalista e única componente original do Evanescence.

Apesar da saída do guitarrista Ben Moody, em 2003, com quem Amy dividia os vocais, a líder do Evanescence não parece se sentir solitária por ser a única remanescente da formação original.

“Somos uma banda melhor com pessoas novas. Somos o Evanescence, não apenas a Amy. Temos que estar dispostos a crescer e mudar. Ninguém canta no lugar do Ben, mas minha voz é baixa e, às vezes, parece um homem cantando”, brinca.

A primeira música do CD, ‘What You Want’, já foi lançada e estava na ponta da língua do público na Cidade do Rock. “Agora temos muito material e não precisamos mais fazer covers para encher um show”, revela Amy.

OS SEGREDOS DE AMY LEE

Amy Lee garante que o novo disco é uma obra feita em conjunto, por isso é o primeiro que leva o nome da banda. Apesar disso, as letras continuam sendo exclusivamente suas. “O que eu canto nas minhas músicas é mais pessoal do que muitas conversas que já tive. Eu não posso mentir para a música. Isso é muito estranho porque eu sou uma pessoa muito fechada”, entrega a vocalista.

Amy ainda contou que, apesar de já ter tido decepções amorosas, a canção ‘My Heart is Broken’ foi baseada em uma ONG que defende mulheres do tráfico. “Na música podemos expulsar nossos sentimentos mais profundos e, mesmo sem falar a mesma língua, todo mundo entende e sente as mesmas coisas. Por isso a música é universal”, acredita a cantora, que não descarta uma carreira solo. “Tenho muito material que acho que não tem a cara do Evanescence”, revela.

Fonte: O DIA ONLINE !

Créditos: Ev Rock BR !


Site Lets Sing It entrevista Amy Lee !

O site Lets Sing It fez uma entrevista exclusiva com a Amy Lee sobre o novo álbum. Veja abaixo:

O novo álbum do Evanescence estreou!

O novo álbum do Evanescence foi definitivamente lançado hoje, e nós tivemos sorte o suficiente para bater papo com a co-fundadora e vocalista da banda, Amy Lee sobre o processo de escrita e inspiração para o álbum que todos nós temos deixado de esperar por anos. Dê uma olhada no que Amy tinha a dizer!

Como foi seu método diferente de escrita neste novo álbum contra seus álbuns anteriores?
Eu costumo escrever um álbum com um colaborador principal. Desta vez eu escrevi um monte com Terry e Tim, um pouco com o amigo e programador Will Hunt (tem mesmo nome, mas não é nosso baterista) e algumas com toda a banda no estilo ‘jam session’. Eu realmente amei o espírito de colaboração deste processo.

Como você mudou como pessoa desde o último álbum? Isso é refletido nesse novo projeto?
Eu estou sempre mudando, e então é a música. Eu acho que você pode ouvir o nosso crescimento como uma banda nesse disco, me empurrando vocalmente e confiando em nosso som, o que significa saber quem somos o suficiente para ser capaz de tocar um pouco.

Onde surgiu a inspiração para as letras? Qual você diria que é a sua favorita?
As letras vêm de meu coração, geralmente sobre minhas próprias experiências, mas há algumas histórias neste álbum também. Eu escrevo sobre o amor e dor, vida, morte e sonhos. Eu gosto do meu tempo sozinha, só de pensar e de processar, que geralmente é quando eu fico inspirada. E eu não posso escolher uma favorita! São todas diferentes e especiais para mim por razões diferentes.

Este álbum tem uma pequena orquestra nele – violinos, violoncelos, violas, harpas – o que eram aquelas sessões de gravação, como e o que estava por trás da decisão de incluir esses sons?
Os arranjos de cordas são uma grande parte do nosso som, a emoção de uma trilha sonora entrelaçada com uma banda de rock. Eu não acho que seria um álbum do Evanescence sem isso!

Quais são os temas principais do álbum?
Alguns temas são: superar o medo e lutar pela liberdade, amor, perda, mudança, sobreviver sem amargura, eternidade, o oceano e a vida dentro de sonhos.

Quanta consideração vai para o fim da lista de músicas?
Abundância. Eu estava pensando sobre isso o tempo todo quando estávamos gravando. Mas no final do dia, você só tem que escolher com o que você se sente certo.

Por que você decidiu fazer este álbum, seu terceiro álbum de estúdio, auto-intitulado?
Este é um álbum feito pela banda. Somos uma unidade mais apertada do que o Evanescence já foi antes e esse núcleo – a banda – é a força propulsora das músicas e do som.

Que música do álbum você mais animada para começar a tocar ao vivo?
“Never Go Back” é o maior desafio. Nós só tocamos ao vivo uma vez até agora e foi uma experiência incrível para sobreviver! É extremamente difícil cantar e a parte de piano não é nenhum piquenique! Mas todos nós absolutamente amamos a música por isso, é muito gratificante. O desafio faz parte do fascínio.

O que está planejado para uma turnê?
Acabamos de começar e planejar uma turnê para todo o próximo ano, pelo menos. Nós temos fãs incríveis em todo o mundo e queremos chegar a todos eles. Agora estamos em turnê pelos EUA e Canadá e com The Pretty Reckless e Rival Sons e Europa com The Pretty Reckless e Fair to Midland.

O que você será no Halloween este ano?
Eu provavelmente serei a garota do Effervescence.

Quem na música você admira no momento? Qualquer bandas/músicas/artistas favoritos?
Lykke Li, MIA, Adele.

Fonte: Lets Sing It !
Tradução: Amy Lee Brasil !
Créditos:
EvShadow !


Novas fotos exclusivas da entrevista com Amy Lee na Billboard !

Fotos da entrevista que a Billboard fez com a Amy Lee nesta tarde de terca feira. Veja abaixo:

Créditos: EvShadow !


Amy Lee: 25 coisas que você não sabe sobre mim !

O site Us Weekly, divulgou as 25 coisas que supostamente não sabemos sobre Amy Lee. Veja abaixo:
25 Coisas que você não sabe sobre mim: Amy Lee
A cantora Amy Lee do Evanescence, 29 anos – o novo álbum auto-intitulado de sua banda foi lançado hoje – compartilha as 25 coisas que você não sabe sobre ela com Us Weekly.
1. Eu ainda sou a Jenny do bloco.
2. Eu amo meus gatos mais do que amo a maioria das pessoas. Provavelmente mais do que é saudável.
3. Eu posso até mesmo fazer o Tim McCord rir de vez em quando.
4. Eu prefiro banheiras do que chuveiros, mesmo no período da manhã.
5. Eu ainda amo o bolo de queijo do meu pai mais do que qualquer outro que eu comi em Nova York.
6. Eu não tirei a carteira de motorista em quatro anos.
7. Eu sou ruim em matemática.
8. Eu me recuso a aceitar a renúncia de Plutão como um planeta.
9. Quando eu tinha 6 anos, eu levei uma surra por desenhar fantasmas na parede do meu quarto enquanto dançava ao som da música do Ghostbuster.
10. Eu não tenho amídalas.
11. Eu tenho sonhos loucos realistas. Como filmes inteiros. E às vezes eu escrevo canções sobre eles.
12. Eu tive três pássaros nos últimos cinco anos e meu gato comeu todos eles. (Não se preocupe, eu não terei mais)
13. Eu coleciono bonecos Rainbow Brite, Ursinhos Carinhosos, e outros brinquedos e vídeos da minha infância.
14. Eu tenho um bichinho virtual MEGU. Se você não sabe o que é isso, você não é um nerd. Ou uma garota japonesa.
15. Sou alérgica a lagosta.
16. Eu adoro lagosta.
17. No ensino fundamental as pessoas costumavam me chamar de “Amy Flea.”
18. O meu video-game favorito de todos os tempos é Zelda: Ocarina of Time… e eu só tenho ele em 3DS.
19. Sou extremamente delicada e eu odeio receber cócegas. Sinto como fosse um choque elétrico e fico involuntariamente violenta. Nariz sangrando. Sério, não faça cócegas em mim.
20. Quando eu era criança, eu gostava tanto andar na escada rolante, que uma vez eu andei umas duas ou três vezes e meus pais não perceberam e me perdi no shopping. Eu tinha que ir para o achados e perdidos e tudo.
21. Eu faço uma casa louca de pão de gengibre em cada Natal. Com luzes e bonecos e tudo mais.
22. Sabe aqueles pequenos helicópteros de controle remoto na Brookstone? Adoro eles. Eu tenho três.
23. Eu queria ser veterinária até que vi um vídeo de um veterinário realizando cirurgia em um cão. Então eu decidi que queria ser pianista.
24. Meu programa favorito atualmente é Aventuretime.
25. Eu arraso em listas numeradas.

Fonte: Us Weekly !

Créditos: Ev Rock BR e @Amy_LeeBrasil !


Amy Lee e Amy McLawhorn comprando o novo álbum !

A Amy Lee e a Amy McLawhorn esposa de Troy postaram suas fotos comprando o novo álbum do Evanescence no twitter. Veja abaixo:

Amy Lee: http://yfrog.com/z/oebk8nj

Amy McLawhorn : Fazendo nossa parte! http://yfrog.com/o0d2sctpj


Site Noisecreep entrevista Amy Lee !

Depois de um muito ter sido escrito sobre o hiato, o Evanescence está finalmente de volta com seu terceiro álbum de estúdio, ‘Evanescence’, e com nova turnê marcada, a primeira desde 2007.

Liderada pela fundadora, vocalista e pianista Amy Lee, a banda vencedora do Grammy, que foi formada em Arkansas em 1995, teve várias mudanças de formação ao longo dos anos. Mas, como disse Lee à Noisecreep, algumas horas antes do primeiro show da turnê de 2011, a formação atual – e o novo álbum – são tudo o que ela estava esperando.

Como uma artista, que tipo de pressão existe em ter tanta atenção sobre um novo lançamento?

Muita! Eu estaria mentindo se eu dissesse que não senti pessoalmente muita pressão. Mas tudo bem. Agora eu me sinto muito confiante na música que fizemos para este álbum, especialmente porque foi muito mais como um esforço do grupo do que antes. Como uma banda, e eu estava lá desde o início, posso dizer honestamente que este álbum soa tão forte e unido como nós. Tudo é muito bom agora e mesmo com toda a atenção, eu estou me divertindo muito falando sobre tudo. As coisas estão boas.

Durante o tempo que você ficou fora da banda, isso sempre parte do plano – voltar mais forte?

Não. Eu realmente não tinha um plano. Minha ideia era esperar até que as idéias certas aparecessem, e eles finalmente vieram. Eu fico obcecada por tudo também, o que resulta em muito tempo sendo usado em uma coisa só. Eu não posso simplesmente escrever uma canção, vou ficar obcecado sobre ela, como soa, o que significa – e assim, quando tudo começou a acontecer de novo, toda a inspiração, eu sabia que era hora de começar de novo. Como artista, eu estava mais interessada em esperar a musa vir em vez de sentir como se tívessemos que fazer um outro álbum.

Você disse ao anunciar as férias que você queria tempo para estar em casa e ser uma esposa.

Certo. No mundo que eu estou é tão difícil ter um relacionamento normal em casa e eu precisava fazer isso. Estou tão feliz que eu fiz essa escolha também. Sempre vai ser difícil, em um relacionamento, estar numa banda, mas meu marido e eu tivemos realmente a chance de construir nossa vida juntos e agora estamos prontos para tudo o que acontecer quando eu estiver na estrada. Vivemos em New York e este álbum foi feito em Nashville, mas agenda dele é flexível o suficiente para que ele pudesse visitar-nos bastante. E agora vamos agir como um casal neste próximo capítulo. Ele é incrível.

Muitos fãs esperaram por este retorno. Quando você era mais jovem, qual artista faria você ficar mais empolgada para ver uma apresentação de novo?

Eu diria que Björk. Ela era minha ídola enquanto eu crescia e eu ainda a amo. Pertinho no segundo lugar estaria Michael Jackson. Tivemos músicas incríveis nos anos 1990.

Você tem acompanhado o julgamento do médico de Michael Jackson?

Eu não tenho, não. Eu estive ocupada e eu odeio todas essas coisas da mídia que se passa em torno de tudo isso. Eu prefiro lembrar da música e do grande performista que ele era.

Você está ansiosa para voltar ao palco?

Sim, mas eu fico um pouco nervosa. Eu fico me perguntando “serei capaz de entrar na arena? Ainda vou ser capaz de alcançar tudo?” Mas posso dizer que com os ensaios eu estou me sentindo muito bem com a minha voz.

Você vai tocar um monte de material do novo álbum nesta turnê?

Muito. Uma dose pesada do novo álbum. Mas, claro, há músicas que os fãs vêm para ouvir e não se preocupem, nós estamos tocando essas também. Acho que todo mundo vai gostar deste show. Espero que sim, de qualquer maneira. Eu ouço tantos fãs em todo o mundo e isso é uma grande parte do que impele a mim e à banda também – esse amor que sentimos dos fãs.

No ano passado, havia comentários públicos do ex-membro da banda Ben Moody sobre sentimentos dele para com o Evanescence.

Isso não tinha nada a ver comigo. Eu estou exatamente onde eu quero estar agora com esta banda e este álbum. Estamos muito orgulhosos dele e animados para seu lançamento, e para tocar um monte de músicas também.

Fonte: Noisecreep.com !

Créditos: IEssence !


Dia Online entrevista Amy Lee !

O Evanescence além de Amy Lee

Única integrante original da banda, a vocalista garante que o novo CD, lançado hoje, tem um pouco de cada um do grupo

POR MARIANA BRUGGER

Rio – Normalmente uma banda lança o disco e depois sai em turnê, certo? No caso do Evanescence, as coisas aconteceram ao contrário. O terceiro CD do grupo tem lançamento mundial hoje, mas o primeiro show da nova turnê aconteceu na semana passada, no Rock in Rio.

“Temos muitos fãs brasileiros e eles são especiais. Esse álbum é importante porque é o primeiro CD nosso que tem um pouco de cada integrante nas músicas”, analisa Amy Lee, vocalista e única componente original do Evanescence.

Apesar da saída do guitarrista Ben Moody, em 2003, com quem Amy dividia os vocais, a líder do Evanescence não parece se sentir solitária por ser a única remanescente da formação original.

“Somos uma banda melhor com pessoas novas. Somos o Evanescence, não apenas a Amy. Temos que estar dispostos a crescer e mudar. Ninguém canta no lugar do Ben, mas minha voz é baixa e, às vezes, parece um homem cantando”, brinca.

A primeira música do CD, ‘What You Want’, já foi lançada e estava na ponta da língua do público na Cidade do Rock. “Agora temos muito material e não precisamos mais fazer covers para encher um show”, revela Amy.

OS SEGREDOS DE AMY LEE

Amy Lee garante que o novo disco é uma obra feita em conjunto, por isso é o primeiro que leva o nome da banda. Apesar disso, as letras continuam sendo exclusivamente suas. “O que eu canto nas minhas músicas é mais pessoal do que muitas conversas que já tive. Eu não posso mentir para a música. Isso é muito estranho porque eu sou uma pessoa muito fechada”, entrega a vocalista.

Amy ainda contou que, apesar de já ter tido decepções amorosas, a canção ‘My Heart is Broken’ foi baseada em uma ONG que defende mulheres do tráfico. “Na música podemos expulsar nossos sentimentos mais profundos e, mesmo sem falar a mesma língua, todo mundo entende e sente as mesmas coisas. Por isso a música é universal”, acredita a cantora, que não descarta uma carreira solo. “Tenho muito material que acho que não tem a cara do Evanescence”, revela.

Fonte: O Dia Online !

Créditos: IEssence !


Site Pollstar entrevista Amy Lee !

Veja abaixo uma entrevista que Amy concedeu ao site Pollstar.com, falando do novo álbum e da turnê que se seguirá.

A fundadora e cantora/pianista do Evanescence, Amy Lee, recentemente falou com a Pollstar sobre o que andou fazendo durante o hiato da banda, por que decidiu volta com o Evanescence e o que aprender a tocar harpa represente para ela. Em 11/10, o Evanescence vai lançar o seu terceiro álbum de estúdio pela Wind-Up Records, sendo o primeiro em cinco anos. A turnê norte-americana começa no dia 10/10 desde o fim de 2007. Em outras palavras, essa é uma grande semana par a banda vencedora de Grammys que já vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo todo.

Pollstar: Eu gostaria de dar os parabéns pela turnê próxima e pelo álbum.

Amy Lee: Obrigada. Estamos muito empoglados. É ótimo depois de trabalhar por tanto tempo poder ouvi-lo aí fora. Estamos muito orgulhosos.

P: Tenho certeza que os fãs estão ansiosos também. Eu quero fazer algumas perguntas sobre o hiato que você fez após a turnê de The Open Door. Se você puder dizer o que andou fazendo durante essas férias e a decisão de fazer um hiato.

AL: Bem, como você disse, nós terminamos a turnê de The Open Door no fim de 2007. Eu me casei em 2007 e fui direto para a turnê então eru realmente queria ficar um tempo só casada. Eu moro em New York com meu marido e nós trabalhamos em nossa casa; eu a decorei. Meio que fui uma pessoa normal por um tempo. Minha vida sempre foi o Evanescence desde que eu era uma adolescente, indo direto par o próximo passo sempre. Então foi bom me afastar um pouco e dizer “sabe, isso foi demais; acho que vamos repetir a dose algum dia mas não sei quando. Mas agora eu preciso ser só a Amy.” Foi muito bom para mim. É engraçado. Eu amo música. De verdade. Eu não resisto e toco o dia inteiro. E é por isso que estou aqui de novo, porque por mais que eu me afastasse eu sentava ao piano ou ficava com a harpa na maioria dos dias – eu comecei a prender a tocar harpa nesse meio tempo também. E isso leva à composição. E quanto mais eu me encontrava, eu descobria “sim, Evanescence é uma parte enorme de mim. Não é uma coisa que inventamos. Não é uma personagem. Sou eu mesma.” Então naturalmente eu comecei a compor de novo. E finalmente isso se tornou o álbum do Evanescence que lançamos. Passamos os últimos dois anos trabalhando nesse álbum. Mas antes disso eu vivi bastante – passei tempo com a família, cozinhei para os amigos, fui a shows de outras bandas. Fui muito ao Madison Square. Vi um ótimo show da Björk, vi Neil Young tocar, vi Deftones, Alice in Chains, todo o tipo de coisa. Fiquei mais me alimentando, do que colocando coisas para fora, aristicamente falando.

P: Você sempre soube que voltaria com o Evanescence? Ou isso foi algo que você descobriu?

AL: Não. Eu realmente tive que inspirar a inspiração voltar. Eu tenho que seguir o meu coração. Soa bobo, mas é verdade. Não sabia se queria mais fazer parte disso, com certeza, no final da turnê de The Open Door. Eu realmente precisava me separar um pouco disso. Mas nós estamos aqui porque eu amo isso e senti falta. E todas essas coisas começarm a ganhar vida de novo em mim.

P: Em uma entrevista anterior, li que quando você começou a trabalhar com os caras de novo, se tornou mais como um projeto de grupo. Você pode explicar melhor?

AL: Claro. Eu sou uma compositora muito intimista então o jeito mais comum que o Evanescence sempre funcionou foi eu e mais uma pessoa, duas no máximo. Sentada ao teclado, com um violão e o Pro Tools, só criando. Com The Open Door foi assim com Terry [Balsamo]. Escrevemos uase o álbum todo, só nós dois. Dessa vez eu abri as portas. Eu escrevi com Tim [McCord], escrevi com Terry. Comecei a escrever com Tim e Terry. Daí nós trouxemos Will [Hunt] e nós escrevemos algumas músicas cada um com seus instrumentos. Isso é muito diferente no Evanescence. E funcionou porque essa era a banda ao vivo que tínhamos antes, sabemos como tocar juntos, eles são grandes músicos. Nós só adicionamos criatividade e realmente funcionou. Acho que estamos num lugar agora em que sabemos onde o Evanescence e onde quer chegar, quer alcançar o próximo nível. E a mente de todo mundo estava na mesma linha então compusemos muito nas sessões de improviso. E essa foi uma experiência incrível para mim. Acho que fez de mim uma musicista melhor. E definitivamente fez de nós uma banda melhor.

P: Quando abanda se reuniu para os dois shows de 2009, como foi voltar aos palcos com eles?

AL: Foi demais. O que posso dizer? Estou tentando me lembrar agora. Eu estava nervosa porque ainda estava em um momento em que não sabia o que estávamos fazendo e ainda não estávamos trabalhando em um novo álbum. Estava escrevendo só sem objetivo. E quando fizemos os shows, o sentimento foi muito bom. Honestamente, fui meio como um ponto definitivo para mim lembrar das músicas antigas, ouvi-las e subir ao palco pensando “sim, essa é realmente uma grande parte de mim” tornou mais provável que nós fôssemos trabalahr num álbum para o Evanescence.

P: O que os fãs podem esperar do novo álbum?

AL: Acho que eles vão gostar muito. Pensamos muito neles. Sabe, é divertido, enquanto escrevíamos houve vários momentos em que pensamos “oh cara, os fãs vão adorar essa música!” porqu enós os conhecemos. Nesse ponto da nossa carreira, não é como se esperássemos que alguém fosse curtir. Como sempre, faço a música que amo. E meu método é que se fazemos todos os movimentos certos, não importa quais eles sejam, não importa se já foram feitos antes, só faça algo que você goste de ouvir e outra pessoa vai gostar de ouvir também. E todos nós seguimos o mesmo raciocínio. Nós queríamos fazer um disco que fosse absolutamente Evanescence e ainda fizesse nossos fãs felizes, mas que oa mesmo tempo imgressasse numa nova direção, um novo lugar. Acho que o álbum é forte, dinâmico, muito pesado às vezes mas também muito vulnerável em outras. Espero que essa descrição seja suficiente. É difícil resumir em algumas poucas palavras.

P: O que estava por trás da decisão de dar ao álbum o próprio nome da banda? Sempre acho interessante quando as bandas fazem álbuns auto-intitulados mais par frente na carreira e não no álbum de lançamento.

AL: O álbum se tornou algo direcionado pela banda. Exatamente sobre o que estávamos falando, trabalhar como uma banda e isso ter funcionado – fez-nos sentir mais como uma banda das antigas na composição. Todos, cada membro da banda, têm seu estilo colocado no álbum. E inclusive sua composição. E eu acho isso ótimo porque isso realmente funciona e é Evanescence. É demais. É forte. É direcionado por uma banda. Mas é novo. Somos nós novos. O álbum é esse grupo. A razão de ser auto-intitulado é que este é um álbum direcionado pela banda. Você está ouvindo a banda, no primeiro momento e daí em diante. E todos os elementos de produção vêm para enfeitar.

P: Como você se sente quanto às comparações entre a banda We Are The Fallen (que tem os antigos membros do Evanescence Ben Moody, John LeCompt e Rocky Gray) e o Evanescence? E você ainda mantém contato com os antigos colegas de banda?

AL: Eu vou pular a primeira parte da pergunta, se você não se importar. Mas eu ainda mantenho contato com alguns deles. Will Boyd e eu sempre permanecemos amigos. Ele entrou em contato comigo na semana passada dizendo: “Hey, você está em New York? Minha banda está indo até lá fazer um show. Quero te ver.” Mas eu não estava lá. Eu estava trabalhando, promovendo o novo álbum. Sim, estamos bem. Sem rancor.

P: O que os fãs podem esperar do show?

AL: Ah, vai ser ótimo. Eles podem esperar um pouco de todos os três álbuns. Obviamente que estamos mais animados com o novo álbum, então tocaremos um monte de coisas novas. Mas, é claro, ainda estaremos tocando algumas músicas do The Open Door e algumas músicas do Fallen. É legal, estamos num ponto agora onde temos tantas músicas que é muito difícil escolher. Temos um monte de opções para o nosso set ao vivo. Hoje é realmente o nosso último dia de ensaio. Passamos a semana passada, uma semana e meia, passando por todas as nossas músicas e ajustando o setlist, tristes pelas músicas que nós estamos cortando no momento. Apenas vai ser um grande show. É definitivamente focado um pouco mais no lado pesado, como nossos shows geralmente são. Claro que há momentos comigo ao piano e nós tocando algumas das nossas baladas também. Deve ser apenas o melhor show de todos. Começamos a turnê no Brasil em um grande, gigante festival, Rock in Rio, em 02 de outubro. E depois vamos para Porto Rico, e os EUA, e depois Europa. Nós então estaremos em turnê durante todo o ano, ao redor do mundo. Estaremos de volta aos EUA algumas vezes, mas também estamos indo para a Europa, Ásia, América do Sul, África. Então, basta ficar ligado no site (evanescence.com), porque lá sairão novas datas o tempo todo.

P: Vocês ainda fazem meet & greets? Ou, como vocês interagem com seus fãs?

AL: Sim, nós fazemos. Nós vamos sempre fazer meet & greets para quem pudermos. Mas, além disso, a Internet está se tornando cada vez mais útil para nós para interagir com eles. Eu uso o Twitter direto do meu celular o tempo todo. Sou capaz de me comunicar com os fãs, ver quais músicas que temos tocado ao vivo até agora que eles gostam mais. E posso compartilhar um pouco dos bastidores com eles em tempo real. É legal que agora você não tem que esperar um DVD sair para ver o que aconteceu no ano anterior com a banda. No dia da gravação do vídeo, eu posso twittar uma foto dele.

P: Eu li que bem antes de vocês começaram a trabalhar no novo álbum, você estava gravando canções possivelmente para um álbum solo. Você acha que ainda irá gravar um álbum solo em algum momento?

AL: Sim, eu acho que é definitivamente uma possibilidade. Eu não estava gravando um álbum solo antes. É que nós fomos para o estúdio para fazer um álbum do Evanescence em 2010, mas nós simplesmente não terminamos. Tipo, nós fomos para o estúdio por um minuto e então saímos e continuamos trabalhando, em parte porque eu meio que percebi que um monte de músicas que eu tinha era mais focado apenas em mim, escrevendo sozinha, mas realmente não encaixava em tudo que eu queria para o álbum. Pela primeira vez eu comecei a ver que talvez Evanescence não é tudo. Talvez haja realmente alguns tipos de música que eu escrevo que não se encaixam, que talvez precisem ser reservadas para um projeto solo ou qualquer outra coisa no futuro. Eu não tenho um plano para isso agora. Estou completamente feliz no Evanescence no momento, mas eu definitivamente acho que é possível para o futuro.

P: Você mencionou que começou a aprender a tocar harpa recentementea. A harpa é um destaque no novo álbum ou na turnê?

AL: Não na turnê, não agora de qualquer maneira. Sim, é muito difícil tocar. Eu comecei a ter aulas de harpa quando fizemos uma pausa e realmente me foquei nisso por um tempo só porque eu adoro aprender. Quero sempre me aperfeiçoar como musicista. Foi muito bom para apenas aprender um novo instrumento. Isso me fez escrever algumas coisas de uma maneira que eu não acho que eu faria se estivesse sentada ao piano. No álbum deluxe há três músicas diferentes que têm um pouco de harpa neles. Na versão simples é apenas “Swimming Home”, a última canção, que tem harpa. Eu usei harpa para escrever algumas músicas, o que foi realmente bom. E então eu acabei tocando-as no piano depois só porque funcionou melhor no piano. Mas é uma boa ferramenta para escrever.

P: O que eu acho realmente puro é que, mesmo quando vocês estavam dando um tempo, você ainda estava aprendendo, ainda crescendo, ainda estava focada na música.

AL: Eu espero sempre fazer isso. Eu só quero me tornar uma pessoa melhor e melhor até o dia em que eu morrer.

Créditos: IEssence !


Q & A ao vivo com o Evanescence !

A vocalista Amy Lee estará na Billboard na terça-feira, dia 11/10 às 16h (GMT-4h) para celebrar o lançamento do novo álbum, falar sobre a batalha da banda e prever o futuro do Evanescence. Ela vai responder às questões dos fãs ao vivo, então tuite suas perguntas agora para @billboard usando a hashtag #bbAmy e volte a esta página para assistir tudo ao vivo na terça-feira.

No Brasil: acontecerá ao vivo nesta página às 17h!

Créditos: IEssence !


Entrevista com Amy Lee no Planeta Gente !

Veja abaixo um vídeo da entrevista com a Amy Lee no Planeta Gente!


Amy comenta volta de Troy McLawhorn !

De acordo com o canal The Pulse Of Radio, o Evanescence causou controversia no início deste ano quando a banda primeiro negou, depois admitiu que o guitarrista Troy McLawhorn tinha voltado ao grupo após quatro anos, período em que ele gravou um álbum e fez turnês com o Seether. A banda é liderada pelo ex-namorado da cantora do Evanescence, Shaun Morgan, com quem ela teve um tumultuoso rompimento no fim de 2005 e que não estava feliz com a deserção abrupta de McLawhorn.

Mas Lee evitou falar sobre o Seether quando o canal The Pulse Of Radio questionou-a sobre a volta de McLawhorn. “Foi muito legal quando Troy acabou voltando e isso se tornou uma reunião de família, porque tínhamos a mesma formação que fez a turnê [em 2007]” ela disse. “Quando estávamos nos juntando de novo, é claro, Troy estava ocupado e tinha outros projetos andando, então nós nem o perguntamos sobre nada. E quando ele voltou, você sabe, fucnionou de um jeito que ele disse ‘ei, é isso que está acontecendo, eu adoro vocês, adoraria tocar com vocês de novo.’ Eu fiquei fora de mim.”

Pouco após a saída de Troy do Seether, Morgan tuitou “novidades sobre nosso antigo guitarrista. Alguém adivinha? Não, ele não está de volta. Ele foi para outra banda. Ao clube anti-Shaun.”

Fonte: Blabbermouth.net !

Créditos: IEssence !


Amy no twitter comentando sobre o lançamento do novo álbum na Alemanha + SPIN !

A Amy comentou hoje no twitter o lançamento de hoje do novo álbum do Evanescence na Alemanha. E em seguida vejam abaixo a materia que fizeram com os integrantes da banda.

Amy: Novo álbum lançado hoje na Alemanha e agora está fluindo na Spin.com! http://t.co/b4RNQ7Rq

Terry Balsamo, guitarra: “Sick”

Pra mim, é uma das canções mais importantes no álbum porque foi uma das primeiras a serem escrita e dá uma direção pesada para o resto do álbum.

Will Hunt, bateria: “Never Go Back”

Para mim, esta canção tem todos os elementos de uma banda que sabe que é, mas não tem medo de inovar e aceitar os riscos. Esta é minha favorita no álbum porque é pesada e intransigente, mas bonita e épica ao mesmo tempo. Me leva a uma montanha russa emocional.

Troy McLawhorn, guitarra: “The Change” 

Tem uma sensação completamente diferente sem ir muito longe daquilo que os fãs da banda iriam esperar de nós, enquanto abre portas pra explorarmos músicas com mais groove. Eu amo a maneira que o verso perde intensidade e quase tem uma sensação da reggae e, então, se abre para um grande coro. Quando chegamos na ponte, fica completamente rock com uma pitada de metal. Se nós tentássemos escrever com aqueles parâmetros na mente, isso nunca aconteceria. Daí o porquê de eu gostar dela!

Tim McCord, baixo: “The Other Side”

Tem groove e rock e o assunto tem a ver comigo. Me faz pensar e sentir falta de alguem que eu perdi.


Amy postando foto no twitter do show em Porto Rico !

A Amy Lee apareceu no twitter postando algumas fotos do show em Porto Rico. Veja abaixo:

Amy: É DISSO que estou falando. Porto Rico é demais! http://t.co/fk4c3bU5

Amy: Gostei! – “@dianma_83:… Eu amei o concerto. Essa é uma foto tirada por um amigo. Espero que você goste assim como eu”


Billboard: Material descartado pode virar algo novo !

Mas uma entrevista que Amy Lee deu à Billboard Magazine. Veja abaixo:

O material que Amy Lee escreveu inicialmente e foi posteriormente abandonado para o novo álbum do Evanescence não está perdido para sempre, diz ela. 

Lee começou a trabalhar em novas músicas durante o verão de 2009 e no início de 2010 ela foi trabalhar com Will “Science” Hunt (não confundir com o baterista Will Hunt do Evanescence) e Steve Lillywhite, produtor de um álbum que estava previsto para ser lançado na primavera de 2010. Mas mesmo que ela tenha tomado um rumo diferente para “Evanescence”, que sai dia 11 de outubro, Lee disse à Billboard.com que as outras músicas “absolutamente” têm um futuro. 

“Eu acho que algumas dessas músicas não são adequadas para o Evanescence,” Lee explica. “Algumas das músicas que tínhamos naquela época poderiam talvez ser uma coisa de trabalho solo no futuro. Nós realmente temos um monte de músicas extras a partir desse momento e também canções que a banda escreveu em conjunto. Nós apenas escrevemos uma tonelada alguns anos atrás e, especialmente, no último ano. Minha cabeça está totalmente focada no Evanescence agora, mas eu acho que é totalmente possível que algumas dessas músicas acabem em diferentes projetos, algum dia -. talvez solo, talvez algo mais.” 

Lee – que tirou um tempo de folga entre a promoção do álbum do duplo platinado de 2006 “The Open Door” para desfrutar de seu casamento de 2007 com Josh Hartzler – diz que o simples material primitivo “não era como a música do Evanescence. Algumas delas eram realmente despojadas e acústicas. E eu passei por essa fase grande onde era mais baseado em programação… E não sobre a banda realmente em tudo. Quanto mais eu tinha todas as músicas deles, eu ficava realmente animado e trazia a banda para trabalhar com elas para se tornar um álbum do Evanescence, mas quando fomos para o estúdio naquele tempo, nós simplesmente não funcionamos lá. Ele só não estava soando bem.” 

Mas Lee diz que o exercício ajudou ela e seus companheiros de banda a aprimorar o que a música do Evanescence é realmente. “Eu acho que o que estava faltando mais era o rock”, diz ela. “No coração do Evanescence, tudo é uma banda de rock. Precisávamos de todo esse poder, a agressão do guitarrista e os tambores. Então, (‘Evanescence’) é verdadeiramente um álbum do Evanescence agora. Tem um monte de nova atitude e novos elementos, mas ainda é nosso.” 

E que, naturalmente, levou Lee para decidir a dar ao álbum – gravado no estúdio Blackbird em Nashville e produzido por Nick Raskulinecz – o próprio nome do grupo como título. 

“Eu tinha um monte de idéias para o título”, observa Lee. “Mas como se tornou mais e mais sobre a banda, mais colaborativo tornou-se; apenas senti como se isto fosse quem nós somos, é uma banda. E para ter esse sentimento na música onde a banda é tão bombeada para cima, era apenas o único título que parecia certo. Trata-se de voltar a amar esta coisa de uma forma importante. ” 

“Evanescence” tem um começo bom com seu primeiro single, “What You Want”, que saiu em agosto, e está no top 20 de ambas as pesquisas do Songs Rock e Alternative Songs e superou o Rock Chart do Reino Unido – uma indicação de que o público do Evanescence ainda está lá, apesar do intervalo de cinco anos entre os álbuns. “Eu não estava apreensiva, porque eu, literalmente, só não pensei nisso por um tempo”, Lee diz. “Eu apenas completamente me afastei do Evanescence. Eu estava disposta a deixá-lo ir. Na minha cabeça eu estava indo, ‘Quer saber? Se eu me inspirar novamente, vamos fazer outro álbum, mesmo que seja em 10 anos; vai valer a pena esperar a inspiração e fazer algo grande’. Se isso significa que não termos fãs – que é uma possibilidade real – e todo mundo ter esquecido de nós, então tudo bem. Se eu fiz bem a música é o suficiente, nós vamos ser capazes de começar de novo e deslanchar novamente. Mas é definitivamente uma realização muito impressionante e feliz que ainda temos tantos fãs. ” 

Evanescence começa com o que Lee promete: “nossa turnê mais extensa de sempre” em 06 de outubro em San Juan, Puerto Rico, com datas na América do Norte dando início a 10 de outubro, em Oakland, Califórnia, e indo para 01 de novembro em Nova York antes de ir ao Reino Unido e Europa para o resto do mês. “Então vamos começar logo de novo em janeiro, após as férias”, Lee diz. “Nós vamos estar em turnê todo o mundo. Nós estaremos de volta aos Estados Unidos várias vezes. Nós vamos ter uma bastante extensa turnê sul-americana, uma turnê pela Ásia, Europa e mais – todas as coisas divertidas.”

Créditos: IEssence !


Amy Lee na Revista Revolver Magazine !

Vejam alguns Scans da revista Revolver com a matéria que fizeram com a Amy Lee. Vejam abaixo:

“Eu olho para a capa do Fallen e penso ‘Essa não sou eu. É aquela mesma garota?’”

“Várias vezes que eu encontro pessoas e elas pensam, ‘Nossa, você está ótima’”, diz uma Amy Lee radiante, vocalista do Evanescence. “Eles pensam que eu serei uma put* se eu não estou sorrindo na capa do nosso álbum?”

Se vocês conhecem Amy Lee, ela tem um olhar de morte penetrante, orgulhosa de seu vestido vitoriano fantasmagórico e o piso de botas, então você está longe. A mulher que uma vez cantou “Eu sonho na escuridão, eu durmo para morrer” é para rapidamente descrevê-la como “uma pessoal feliz”. Ela é sinistra, segura de si e um tornado no palco, mas privadamente admite, “É tão estranho ter o foco em você o tempo todo. De acordar e fazer o cabelo e maquiagem, todo dia, dar entrevistas sobre você mesmo e pensamentos íntimos… Eu não sou uma dessas celebridades que amam essa atenção no fim do dia. É uma droga quando é sobre você o tempo todo.”

E quanto a ser votada para a Garota mais Sexy do Hard Rock ou Metal da Revolver? “Vamos lá, essas coisas não são reais”, ela diz. “Ninguém pensaria que eu fosse uma garota mais sexy do metal se eu não colocasse um monte de maquiagem e tivesse uma equipe trabalhando em mim durante toda a manhã. Garantida.”

Nesse outono, a sua banda lança Evanescence (Wind-Up), seu primeiro álbum em cinco anos, magistralmente misturando sua obsessão ao longo da vida com a pulsação cósmica com uma versão edificante de seus hinos melancólicos da música eletrônica. Como a máquina da divulgação implacavelmente os coloca para frente, Lee pode apenas ri da ideia de ser o símbolo sexual mais visível da música pesada. “Ontem, nós estávamos assistindo a primeira edição para o clipe de [primeiro single] ‘What You Want’”, ela diz. “Eu assisti com os caras, e tem essa cena que eu tenho esse olhar durão no meu rosto e eu estou atravessando a ponte do Brooklyn, e Tim [McCord, baixista] apenas começou a rir. Você está fazendo aquele olhar sexy e então virando e rindo de você mesmo, porque é excessivamente dramático.

“Eu acho que seria legal ser pega se isso é o que importava para você, se você quer ser apenas famoso, se você só quer que as pessoas te amem de um jeito superficial”, continua Lee. “Mas acho que [os nossos fãs] gostam de mim especificamente como pessoa, é que eu não levo aquela coisa tão a sério, não acredito verdadeiramente que sou tão demais. Eu, na maior parte do tempo, estou sentada com meu pijama sem maquiagem no estúdio até as 4 da manhã fazendo sons estranhos.”

Lee a vê como marcadamente diferente dela em grande proporção, um personagem gótico melodramático. E isso é parcialmente a razão que, em 2007, ela aparentemente sumiu da face da terra, deixando para trás uma das bandas mais famosas da década. “Eu estava obcecada pelo Evanescence desde que eu era uma jovem adolescente”, diz a Amy Lee de 29 anos, que começou a banda em Little Rock, Arkansas em 1995. “Eu acho que, de algum jeito, eu senti que isso alegou a minha identidade um pouco e senti que tinha que fugir e ser eu mesma, apenas viver uma vida normal como adulta.”

Antes que ela auto-impos um hiatus, o Evanescence fez shows incansavelmente até 2006 e 2007. O trabalho árduo estava exaustivo, mas Lee diz que ser “Amy Lee do Evanescence”, 24 horas, 7 dias na semana, era possivelmente como uma drenagem. “É sempre difícil vestir um rosto sorridente e dizer, ‘Tudo está bem, compre meu álbum!’ quando há grande coisas acontecendo na sua vida”, ela diz. “Quero dizer, Evanescence é grande para mim, nas como vou fingir que minha família significa mais? Eu senti falta de todos os Dias de Ação de Graças e reuniões de família.

“Eu contei para os caras na turnê, ‘Hey, eu não sei se faremos isso novamente’”, disse ela. E no fim do ano, ela partiu para ela mesma, gastou 18 meses perdida em Nova York. O guitarrista de longa data Terry Balsamo não parecia chocado com a revelação e não estava certamente certo se ela retornaria.

“Sabe, honestamente, desde que temos tocado com Amy”, ela diz; “nós sempre sabemos que ela tinha que fazer algo por um segundo”.

Nesse meio tempo, Lee tranquilamente vasculhou Nova York com um quase anonimato. Assistindo bandas de indie rock com uma taça de vinho, cozinhando para seus amigos, e brincando com seus gatos. Ela começou a ter aulas particulares de harpa. Amy Lee, uma superstar com quase 20 milhões de álbuns vendidos sob o cinto de couro, contentava-se em silêncio no fundo.

“Eu estava sendo capaz de ser eu mesma de novo”, ela diz. “Ser um ótima neta.”

Contudo, Lee é rápida para adicionar, “Inevitavelmente, eu amo música.” Depois de um tempo, ela tentou reiniciar as suas composições, passando por algumas fases musical. Inspirada por bandas folk, ela e McCord escreveram um monte de músicas na veia de sensíveis dedilhados como Band of Horses e Ray LaMon. O próximo estágio de Lee era mais trabalhado: Ela entrou em um estúdio em Nova York com Steve Lillywhite em uma tentativa de fazer o próximo álbum do Evanescence, um cenário de músicas “sarcásticas” e “ritmicamente conduzidas” inspiradas pelo rock eletrônico de Depeche Mode, Massive Attack e Portishead. Descrevendo as sessões como totalmente indulgentes, Lee estava satisfeita com todos os seus caprichos, prendendo com texturas pré-programadas pelo colaborador Will “Science” Hunt (não confunda com o atual baterista), alugando alguns tambores taiko japoneses e comissionamento arranjos fortes. Havia só um problema: Não era um álbum do Evanescence.

“Fazendo o que eu queria fazer, eu percebi que faltava um grande pedaço do que amava sobre fazer música”, diz Lee. “que era a banda. Foi difícil voltar atrás e ir. Sabe, eu sou tão indulgente que isso não soa um pouco como eu queria que soasse. Eu não estava pronta, porque eu tava rebelando contra o Evanescence um pouco… eu estava no cruzamento onde eu poderia fazer um estranho álbum da Björk. Ou eu posso começar com o que sinto com a próxima grande inspiração que eu estava tendo: que é se apaixonar de volta com a banda. Eu fui muito longe. E então comecei a ter um renascimento sobre Evanescence.”

Para o segundo projeto, Lee mergulhou com sua banda. Pela primeira vez na história do Evanescence, o grupo compôs sentado em uma sala e praticando, saltando idéias de cada um, elaborando arranjos juntos. “Quando ela deu início, mas agora no espírito de trabalho parece com uma banda de rock. Os bipes vieram cortesia do mestre programador Chris Viena do Nine Inch Nails, cujas texturas aparecem em cada música. Evanescence está de volta e mais pesado do que nunca.

O primeiro single, o furioso Tooltronica “What You Want” é sobre o caos na vida, mas Lee é agradada pelo duplo sentido acidental no refrão: “Hello hello, remember me? I’m everything you can’t control”. “A música é sober ser corajoso e ter chances e uma banda que fez exatamente três shows desde sua pausa em 2007. “Eu estava nersova sobre isso, porque com todo aquele tempo, você começa a se sentir como ‘Espera um minuto, ainda sou uma estrela do rock? Isso é real? Posso não fazer mais aquilo porque eu mudei muito?’”, diz Lee. “Mas o primeiro show foi incrível. Assim que pisei no palco. Eu sabia o que fazer. Voltei no automático… eu ainda visto as botas e vou lá e arraso. A resposta é sim. Me sinto como eu. É só uma parte de mim que não estava explorando por um tempo.”

Créditos: IEssence e EvThreads !


EDIT – Amy Lee em destaque na capa da revista francesa My Rock !

A Amy Lee está em destaque na capa da revista francesa My Rock. Veja abaixo a imagem !

Tradução e scans da matéria publicada na revista francesa My Rock:

Amy, este é um momento que os fãs aguardam o retorno do Evanescence. O que aconteceu durante esses anos?

Primeiro de tudo, sou casada e eu queria sair um pouco de férias. Eu queria passar um tempo com meu marido, no amor, viver em nossa bela casa (risos). E aproveitei para aprender harpa! Eu gosto da idéia de estar constantemente crescendo como musico e, para o meu aniversário, meu marido me deu uma. Este é o tipo de coisa que muitas vezes falam sem nunca perceber. Então, foi uma grande surpresa! E passei dois anos escrevendo músicas. É verdade que levou tempo, mas porque eu queria que tudo fosse parfaet. Este álbum era a melhor coisa que o Evanescence poderia fazer. E é!

Por que adiaram o lançamento do álbum?

Inicialmente pensou-se ser lançado no Outono de 2010, mas não estava pronto. Era necessário trabalharmos mais nas músicas. E eu tinha muitas canções disponíveis, foi difícil escolher! Eu queria experimentar coisas novas, porque muitas músicas não eram realmente “rock”. E como o tempo passava, mais eu percebia que a agressão e poder do rock estava faltando. Eu quase me esqueci daquela parte de mim! Quando acabamos de nos casar, estávamos nas nuvens, descontraídos, cheio de amor (risos). Eu estou contente de ter ido por essa fase, porque estar no palco todas as noites e cantar as mesmas palavras por anos… Eu precisava de uma pausa. Mas eu sou um músico de primeira e o grupo começou a me decair. Seja com o Evanescence, é certamente o que provoca mais emoções em mim. Aos poucos, percebi que ainda tinha algo a expressar através da música.

Um novo começo

Esta é a primeira vez que vocês não estão na capa do disco. Por que essa escolha?
Para mim, este disco é como um novo começo. No “Fallen”, ninguém sabia quem nós éramos, ainda assim, buscava um pouco. No “The Open Door”, foi como destacar uma outra parte da nossa história e tentar algo diferente. Com “Evanescence”, depois de todos esses anos, eu sinto como se eu me conheço melhor e entendo melhor a banda, que não era o caso antes. Há um monte de nostalgia quando penso. É como voltar para casa após uma longa viagem. É uma sensação muito suave. Esta bolsa é a nova versão do Evanescence, mais maduro e adulto. Você também sente nas canções.

É verdade que já faz 15 anos que Evanescence faz parte da sua vida?

Metade da minha vida, sim. É exatamente por isso que eu precisava de um tempo (risos). Eu precisava saber quem eu era, porque eu queria ser a vocalista do Evanescence. Tenho orgulho de fazer parte dessa banda, amigos, esta é apenas uma parte de mim. Estar diante de jornalistas e fãs, às vezes é estranho para viver. Embora eu amo cantar e conhecer pessoas, em algum momento eu precisava me encontrar e ter uma vida “normal”. Foi benéfico, porque agora eu sei que eu nasci para ser parte de uma banda de rock. E, graças aos fãs que sempre nos apoiaram, Evanescence tem um retorno puro para a frente do palco com a mesma facilidade, sem ter nada a provar.

Falando em evolução, é a primeira vez que Troy, Tim e Will estão envolvidos na criação de um de seus álbuns…

Sim e foi fabuloso. Eles são excelentes músicos e eu amo estar no palco com eles. Eles são exatamente o que queríamos para limpar o grupo, tanto ao vivo no estúdio. Muito se aprendeu com os outros, incluindo a forma de trabalhar juntos, por isso, quando todos estavam dispostos a colocar-se nas composições de um álbum, era enorme. Porque no final da turnê do TOD, eu não tinha dito que iria voltar ao estúdio tão cedo. “Viva a sua vida, eu vi a minha e ela me chamou!”. Não foi planejado e quando nos encontramos, foi como uma reunião de família. Foi ótimo ver que todo mundo estava dentro das músicas e queria trabalhar em conjunto.

É também a primeira vez que você trabalha com o produtor Nick Raskulinecz.

Absolutamente. Quando eu conheci Nick, muito foi feito e foi legal. Nós tínhamos a mesma opinião sobre a indústria da música e o que está atualmente no rádio. E ele imediatamente entendeu a direção que a banda queria, só por ouvir algumas demos, que é muito significativo. Mesmo que nossos métodos de trabalho são completamente opostos, tudo correu perfeitamente. Em vez disso, eu costumava escrever no meu canto, privadamente, enquanto ele prefere realizar sessões de jam com a banda completa no estúdio. Eu estava um pouco assustada no começo, mas eu sabia que precisava dessa experiência para avançar no progresso. Quanto a mim, este álbum foi como um desafio. Nick me ajudou e me empurrou na direção certa. Foi um trabalho duro, claro, mas em um excelente ambiente.

A cor definitiva do arco-íris

Isto pode ser visto ouvindo o álbum. Também parece muito suave ouvir “Swimming Home”. Há um lado muito agradável de Alanis Morissette.

Ela é uma artista que admiro muito. É fabuloso. Eu escuto a música dela desde que eu era adolescente e me inspiro nela. Mas é divertido, porque termina em uma música tão doce e isso não era nossa ideia inicial. Inicialmente, queríamos “Never Go Back” no final do álbum, porque é a música mais épica que já fizemos. Além disso, The Open Door termina com uma balada, e eu queria reproduzir o mesmo padrão. Mas, em última análise, mais ouvindo, como tal, eu achei mais incrível. Eu escrevi “Swimming Home” há alguns anos atrás, quando eu perguntei a mim mesma um monte de perguntas sobre o futuro da banda e sempre foi muito bem sucedido no meu ambiente. Quando você ouve, você se sente em paz, e é um sentimento que nós realmente não tinhamos abordado na música do Evanescence anteriormente. Essa música é muito diferente do que você encontra no disco, é também por isso que eu mal podia encontrar um lugar pra ela. O Tim que sugeriu para colocá-la em último lugar, e ouvir tudo em um, percebemos que se encaixava perfeitamente. Esta é a última cor do céu no ar.

Uma música humana

“What You Want” é uma excelente escolha para single. É muito poderosa!

Este é um bom single, porque é a representação perfeita do que a banda se tornou. É bem diferente do que poderíamos fazer no passado, e é uma boa introdução ao álbum. Quando começamos o dia no estúdio, todos bateram palmas e ficaram entusiasmados. Eu gosto do que o título emerge e o fato de que não é necessariamente o que as pessoas pensam do Evanescence. Esperavam talvez ouvir uma balada de piano melodramático, mas eu não estou interessada! Eu ainda sou jovem, eu tenho que dizer, daí até a raiva de mim (risos)!

Qual música que foi difícil de compor?

Oh yes! “Lost in Paradise” é definitivamente a canção que eu mais gosto, mas também o tema que foi o mais difícil de tratar. As pessoas pensam que sou perfeccionista, o que é verdade, mas não o tempo todo! Quando se trata de música, quero fazer o melhor possível. Eu teria me sentido muito mal depois de todos esses anos, eu não sinto que temos dado tudo para o álbum ideal. O que eu recolho de “Lost in Paradise” é que é uma música “humana”. Eu não sou agressiva sobre este título e eu não grito que eu sou mais forte ou vou sair, como eu fiz antes. Pelo contrário, eu reconheço que existem momentos quando é errado e que eu tenho fraquezas. Eu não posso fazer o que é esperado de mim, porque eu sou humana! Isso me fez um bem enorme para ser capaz de colocar em palavras o que senti e deixá-lo comigo.

Com uma orquestra real

Quais são os seus sonhos musicais para o futuro?

Estou cheia! Como um show com uma orquestra real, que integrará todos os sons que você pode ouvir nos meus álbuns, sem a necessidade de um computador. Que seria sublime! Caso contrário, eu sempre quis fazer uma música para cinema, como eu fiz para “Narnia”. E por que não ser parte de uma colaboração musical totalmente diferente do que eu costumo fazer? Eu cresci interessada ​​em participar de algo único.

*Scans

Créditos: IEssence , Ev Rock BR  e @AmyLee_BR!


Amy dando recado para os fãs da Argentina !

A Amy gravou um vídeo para a EMI Argentina, dando um olá para os fãs e prometendo ir ao país! Veja abaixo:

 

Créditos: IEssence !


Amy tuita para fãs de Porto Rico !

A Amy Lee apareceu no twitter tuitando uma mensagem para os fãs de Porto Rico. Veja abaixo:

Amy: Nós amamos nosso dois dias aqui em Puerto Rico, mas agora estamos prontos para DETONAR!!! Que está listo para el rock?!?


Rock em Geral : Senhora Coragem !

O site Rock em Geral fala sobre a apresentação do Evanescence no Rock in Rio. Veja abaixo:

Senhora coragem
Ousado, Evanescence apresenta seis músicas novas no show do Rock In Rio e público de divide entre aplausos e pedidos pela banda seguinte.

Amy Lee sofre com o calor no início do show, mas logo encontra a emoção vocal que lhe é peculiar

A entrada da vocalista Amy Lee no Palco Mundo, no Rock In Rio, no último domingo (2/10), ao som da introdução do novo single, “What You Want”, foi até discreta, se compararmos com a pompa da última vez em que o Evanescenceesteve no Rio, em 2007 (veja como foi). Explica-se que a banda, uma das que mais vende discos no mundo, estava no fim da turnê do segundo álbum, “The Open Door”, e iniciava um processo de transformações que incluiu um grande recesso e mudanças na formação. Agora, de volta com um novo disco, “Evanescence”, a ser lançado dia 11, o quinteto está com tudo para reconquistar espaço, sem pompa nem circunstância.

Ousada, Amy Lee, que sofre com o calor da primavera carioca e termina “What You Want” esbaforida, inclui sete músicas, em princípio, no repertório do show, sendo três delas executadas ao vivo pela primeira vez. Uma acabou suprimida do show, que durou pouco menos que os 60 minutos a que o grupo tinha direito. Entre as novas, “Made Of Stone” é que melhor se sai ao vivo, em que pese o fato de ter sido a quinta a ser tocada, quando som já estava bem ajustado. Amy assume os teclados que dão um clima soturno à canção, antes de ela desaguar num refrão daqueles. A banda parece bem entrosada, para quem está prestes a sair em turnê pela primeira vez. O baterista Will Hunt, rodado no Black Label Society, fornece um peso cavalar ao grupo.

“My Heart Is Broken” é outra das novas que se sai bem ao vivo, graça a um riff distorcido que conduz a canção com muito peso, realçando o contraste com a voz feminina. Ela explica, de certa forma, o sucesso de bandas de metal que vêm atuando com mulheres vocalistas desde o final da década de 90, sobretudo no prolífico mercado europeu. Durante o show, Amy conversa o tempo todo, ente uma música e outra, com gente de sua equipe, como se alguma coisa não estivesse legal. Talvez por isso, “Never Go Back”, outra das novas, tenha sido suprimida da noite. “Sick”, do refrão “sick of it all”, o melhor do novo disco, levanta o público com Amy esbanjando fôlego e modulação vocal. “The Change”, também do novo CD, traz um refrão cantarolado, interpretado com emoção por Amy Lee, que mantém o pique do show. A dobradinha acaba sendo o melhor momento do Evanescence no festival.

Mas não foi assim o tempo todo. A baladaça “My Immortal” (“tenho certeza que vocês conhecem essa”, diz Amy), o início acústico, ao piano, longo, esfria a apresentação, mas acaba fazendo a platéia gritar o nome da vocalista em coro, no final. “Your Star” é outra que arrefece a plateia, e gritos de “System! System!”, dos fãs do System Of A Down, que tocaria em seguida, começam a ser ouvidos. Isso antes do encerramento, quando o blockbuster “Bring Me To Life” levanta a massa sem distinção. Um bom recomeço para uma banda que, do despedaço, se reinventa. Ao que parece, sem medo de ousar.


Set list completo:

1- What You Want
2- Going Under
3- The Other Side
4- Weight of the World
5- Made of Stone
6- My Immortal
7- My Heart Is Broken
8- Your Star
9- Sick
10- The Change
11- Call Me When You’re Sober
12- Imaginary
13- Bring Me To Life

Fonte: Rock em Geral !

Créditos: Ev Rock BR !


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