Troy McLawhorn sendo entrevistado pela Gibson !

Alguns dias antes do lançamento do álbum, McLawhorn esteve na Gibson.com para conversar sobre sua recente reunião com o Evanescence e por que Gibsons são “as guitarras completas pra tudo”.

Você retornou para o Evanescence esse ano depois de tocar algum tempo com o Seether. Qual foi o motivo para sua mudança para o Evanescence?

Bem, quando eu entrei no Evanescence pela primeira vez, fui contratado para terminar uma turnê para eles em 2007. Participei com Will Hunt, com quem eu toquei no Dark New Day. Então a Amy nos ligou para ver se poderíamos terminar a turnê daquele ano. Quando o Evanescence entrou em hiatus, ela queria dar um tempo nas turnês, então eu continuei e fiz algumas coisas nesse meio tempo. Quando conversamos esse ano, ela estava pronta para outro álbum e, eu estava empolgado para voltar. Quando voltei, eles já tinham escrito algumas coisas, então algumas ideias foram criadas em algumas sessões antes que nos juntássemos no ensaio, mas eu consegui ser incluído em muitos processos criativos em geral.

Escutando algumas trilhas do novo álbum, como “Made of Stone” e “Never go Back”, parece que esse novo álbum ficou pesado, mais à frente de uma vibe rock. Concorda?

Yeah, definitivamente. Esse álbum foi feito diferentemente dos outros do Evanescence, como um álbum de banda. Colocamos-nos no local de ensaio e dividimos as ideias que tínhamos e as transformamos em canções e, eu acho o queríamos manter era aquela coisa de simplesmente estamos juntos numa sala. Acho que isso veio pelo modo com que o produtor, Nick Raskulinecz fez para nós. Amy disse que ela nunca fez um álbum como esse. Antes, era geralmente era somente ela e um parceiro de composição. Porém, é assim que eu sempre fiz álbuns com outras bandas: um esforço colaborativo.

O que mais te deixa empolgado com esse lançamento?

Faz algum tempo que eu estive em turnê, então estou animado pra sair e tocar essas músicas. Acho que esse álbum é um ótimo álbum pra se tocar ao vivo. Tem muitas coisas up-tempo(um estilo de música com um ritmo acelerado)e, como você disse, é um pouco mais pesado e um pouco mais cru. Então, vai ser muito divertido tocar ao vivo.

Que Gibsons estão atualmente no teu setup?

Tenho sido fã da Gibson por muito tempo e, tenho uma Les Paul Custom preta e é de 85(1985). Tenho também uma Les Paul Custom branca que é de 90 ou 91 e uma Flying-V de sete cordas que eu consegui esse ano.

Você usou alguma Gibson quando gravaram o álbum?

Realmente, uma de minhas principais guitarras para esse álbum é um relançamento de uma Flying-V branca de 1959. Usei muito e, Terry usou mais uma Gibson Explorer de 7 cordas. A combinação soou muito bem! Fizemos muitas faixas com aquelas duas guitarras.

Você se encontra usando Gibsons especialmente para uma função particular, como solo ou ritmos?

Gibson é boa pra tudo! Amo as guitarras Gibson. Eu não tenho negócio com a Gibson. Apenas sempre gostei e gastei meu dinheiro nelas porque são guitarras maravilhosas. Algumas eu até mesmo levo pra casa, pois, são ótimas pra compor. São ótimas para tocar ritmo e ótimas para tocar country, bluegrass, rock, pop qualquer gênero.

Você tem alguma dica de tocar pra nossos leitores?

Sou autodidata e, a única dica que posso pensar em passar é tentar aprender várias coisas diferentes e aprender com outros guitarristas. Pratica – essa é a chave. Quando eu estava começando, treinava 7 horas por dias. Chegava em casa da aula, me trancava no quarto e tocava guitarra. Amava isso tanto e, era algo do coração, então me perdia nisso todo dia.

Créditos: IEssence !

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