EMI Music será vendida para a Warner?

Vejam a notícia que poderá mexer com a distribuição dos CD’s de Evanescence. Houve negociações da Warner Music Group pela a compra da marca EMI Music. Deixando a Universal Music a ver navios diante do valor de $1,5 bilhões comprado pela rival. Para quem não sabe, a EMI Music se tornou a responsável pelo catálago da gravadora do Evanescence (Wind-Up), logo após a Sony BMG ter largado a mão das distribuições desses catálagos.

Após longas negociações, a EMI Music será vendida para a Warner Music Group esta semana. O bilionário russo Len Blavatnik, que comprou a Warner por £2 bilhões em maio, pagará $1,5 bilhões pela EMI, gravadora de nomes como Beatles, Coldplay e Kylie Minogue.

A Universal também estava na briga pela compra, mas acabou desistindo do leilão na última terça-feira (25).

Com a compra da EMI, a Warner se tornará a terceira maior gravadora do mundo, tendo como principais rivais a Universal Music e a Sony Music Entertainment.

Segundo informações do The Guardian, a venda da EMI marcará o fim de uma era na indústria fonográfica britânica. Se espera também o fim da marca EMI na América.

Os direitos de um catálago de mais de 1 milhão de canções de artistas como Kylie Minogue, Kanye West, Arctic Monkeys e outros, agora pertencerão à Warner.

A Warner que já era responsável pela distribuição dos lançamentos da Kylie na Austrália, agora fará a distribuição mundialmente.

Atualizado

Segundo informações divulgadas hoje (31) pela Billboard, o banco Citigroup, atual dono da EMI, recusou a oferta de 1,5 bilhões pela venda do catálago da gravadora. A Access Industries, dona do Warner Music Group teria desistido de participar do leilão, já que não houve um acordo entre os dois lados.

O Citigroup esperava que a EMI valesse ao menos 4 bilhões, mas devido à crise que a empresa passa desde 2008, os bancos se negam à liberar empréstimos para a venda da gravadora.

Mas segundo o The Wall Street Journal, o buraco é mais em baixo. 22 mil aposentados que custam cerca de 400 milhões de libras seriam o grande impasse na venda da EMI, algo que a Warner não quer pagar. Por outro lado, o Citigroup também se nega ficar com a dívida.

Um outro problema seria o governo norte-americano. Mesmo pertencendo à um russo, a Warner continua sendo uma empresa norte-americana e o governo de Barack Obama adotou recentemente uma postura mais rígida sobre fusões de empresas. Um acordo para combinar a Warner e a EMI deve ser antes aprovado pelas “autoridades de defesa da concorrência”, algo que especialistas não acham tão fácil.

 

Créditos: Ev Rock BR !

 

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