Entrevista com Will no Drum Magazine !

Veja a entrevista do Will pra a Drum magazine, onde o Bob Doerschuk, um premiado escritor de música com anos de experiência comenta que o Will era como um ‘bateirista de aluguel’, mas que o retorno dele ao Evanescence, sendo parte de uma banda de verdade,  o fez pensar como isso é bom. Vejam abaixo:

will hunt

“Hunt tem feito uma série de mudanças no seu modo de tocar e de mentalidade em relação ao EVANESCENCE, que, em parte, reflete sua experiência. Seu modo de tocar é sempre à frente e destinado a guiar a banda, em vez de se concentrar no poder de suas baquetas. Dois exemplos que Doerschuk discute são “What You Want” e “The Other Side”.

Em “What you want” Hunt constrói a batida devagar em vez de começar atacando. Um dos destaques é seu padrão militar na caixa com mudanças rápidas para a metade do tempo. Mas a batida sempre está la…

O desempenho de Hunt no álbum novo do Evanescence é “polido, mas uma bateria elementar de rock se resume ao seu conceito.” Hunt nota na página 38 que teria sido fácil para ele exagerar, mais uma prova de que seus dias no ônibus de metal deram-lhe uma apreciação para tocar apenas para a música.

Hunt começou a estudar os rudimentos aos 5 anos enquanto crescia em Gainesville na Flórida. Alguns anos depois, sua família de mudou para Topeka no Kansas, onde ele teve sua primeira experiência do punk na cena que estava prosperando da cidade.

Esse foi um ponto essencial em sua carreira, quando ele começou a estudar com Willie McNeil, que estava profundamente envolvido com a comunidade punk local, e havia sido tradicionalmente treinado. Hunt aprendeu como incorporar seus rudimentos em que viria a ser sua paixão de percussão: hard-hittin’ metal.

Em Topeka, Hunt tocou, experimentou e amadureceu ao ponto em que ele realmente estava na demanda. Aos 17 anos, ele estava trabalhando firmemente com caras 10 anos mais velhos que ele. Então, chegou a hora em que ele teve que reunir seu próprio grupo, o que resultou na formação de SKRAPE, que Hunt descreve como uma banda que seria a sua “base”. No entanto, nessa época com o SKRAPE ele também estava tocando com bandas já estabelecidas, tais como MÖTLEY CRÜE. E, ele aceitou um trabalho temporário com o EVANESCENCE para tocar na etapa final da turnê de 2007, após o qual, a banda fez uma pausa.

Mas de repente, naquele ponto em sua carreira, Hunt parou de receber telefonema.
Pela primeira vez ele se encontrou sem trabalho em estúdio ou na estrada e sua família passava por problemas financeiros. Tempo passou e antes que ele notasse, um ano e meio ficou sem tocar.

Hunt descreve os desafios do que acontece quando parecia que uma carreira de longo tempo tinha se evaporado.  No entanto, tudo isso deu uma guinada para melhor quando ele foi convidado para se juntar ao EVANESCENCE. E sua bateria amadureceu drasticamente à medida que ele assumiu uma nova mentalidade.
Ele trocou para batidas enfáticas quando necessário em seções mais leves das músicas. Ele ficou bem atento em como ser um apoio para os vocais da Amy.

O mais importante, ele fez uma mudança significativa para a sua abordagem na qual ele tirou alguns detalhes do estilo que ele desenvolveu quando tocava música mais pesada.”

Créditos: IEssence !

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