Entrevista exclusiva com Amy Lee para o The Star !

O Evanescence deu uma entrevista para o site The Star, onde comenta sobre o Prêmio Nobel da Paz, a nova Turnê, mudanças nas composições e casamento! Confira:

Humor para Caos

Mesmo Amy Lee sendo uma estrela menor do que era durante os dias do Evanescence no topo das paradas, ela não perdeu o jeito quando se trata do melodrama do Goth-Metal.

A líder do Evanescence, Amy Lee, diz que tocar no Prêmio Nobel da Paz em Oslo, Noruega, há dois meses atrás foi um destaque enorme na sua carreira. “Eles chamaram! Eu sei que é loucura,” disse Lee. “Nós fomos convidados… eles nos chamaram e eu me perguntei como isso aconteceu!”

O Prêmio Nobel da Paz foi realizado no dia 11 de dezembro e contou com 13 artistas, incluindo o rei do Oud* Ahmed Fathi, o Coro Mundial da Juventude e o cantor e compositor inglês David Gray.

“Foi um grande negócio e nós simplesmente nos sentimos completamente humildes. Foi muito mais importante do que os nossos shows comuns, isso é sobre pessoas que estão mudando o mundo e nós nos sentimos completamente honrados por fazer parte disso, foi um destaque enorme e simplesmente acontece”

disse a pianista e vocalista Lee, 30 anos, em uma entrevista por telefone em Nashville.

“Havia pessoas em belos vestidos e ternos e foi tudo muito formal e diferente dos nossos shows habituais. Foi definitivamente algo que jamais esqueceremos.”

Voltando atrás

O álbum auto-intitulado da banda foi trabalhado com o conhecido produtor Nick Raskulinecsz (que já trabalhou com artistas como Foo Fighters, Marilyn Manson, Trivium, Deftones e Velvet Revolver). A experiência foi ótima.

“Nick foi maravilhoso. Imediatamente quando nos conhecemos, nós nos conectamos a ele. Sua personalidade realmente combina com a nossa. Ele empurrava cada um de nós de uma maneira realmente boa, o que é algo que um bom produtor faz. Eu adoraria trabalhar com Nick novamente”

O que Lee e a banda preferem – apresentar-se ao vivo ou gravar no estúdio?

“É uma pergunta difícil. Nós estávamos conversando sobre isso naquele dia na vã e é difícil porque o que quer que você esteja fazendo, você sentirá falta da outra. Nós estávamos em Nashville ensaiando para a turnê e foi lá onde nós gravamos o álbum. Há alguns meses atrás, eu meio que senti falta do estúdio… Eu queria que voltássemos para Blackbird (estúdio) e eles estavam tipo, “Sim!”. Mas quando eu estava na Blackbird, tudo o que eu queria era estar em turnê!”

Então são coisas completamente diferentes e ambas são incríveis em maneiras distintas. Eu amo criar, amo estar no estúdio e gravando alguma coisa pela primeira vez, mas também há uma mágica especial em relação a tocar ao vivo, a energia da plateia muda a música de noite para noite”

Um laço diferente

Desde o casamento de Lee, ela diz que sua composição tem sido afetada, mas não em uma maneira ruim. As pessoas sempre perguntam como ela é capaz de escrever músicas obscuras e dramáticas, agora que ela está feliz e casada.

“Bem, a vida é complicada, não existe essa coisa de ‘feliz para sempre’, há sempre coisas para sentir e coisas para percorrer, coisas que serão difíceis e coisas que serão maravilhosas. Eu gosto disso, liricamente, nossa música tem se tornado mais dinâmica, e é mais fácil descrever o primeiro álbum do segundo e do terceiro porque era o mesmo tipo de sentimento de novo e de novo”

Agora… a emoção está no seu auge e você sabe que há um pouco de tudo. Eu acho que é isso que faz com que fique muito legal. É como uma pessoa completa, não apenas alguns pedaços.”

De acordo com Lee, Evanescence escreve sua própria música o tempo todo. Suas inspirações ao compor não são muito específicas.

“Para mim, está em um nível muito profundo, você meio que se surpreende ​​algumas vezes com o que sai do seu subconsciente. Para mim, é assim que funciona. Então, eu realmente aprimoro o que estou escrevendo emocionalmente e então, você sabe, termino a música”

Quando escrevemos, as letras não vêm em primeiro lugar: Geralmente acontece só depois. Você só sente isso, você coloca suas mãos no piano e começar a tocar o que você sente. Depois temos uma canção, eu começo a cantar e vejo o que sai”. disse Lee.

As músicas da banda são principalmente sobre sentimentos mais profundos dos seus integrantes, principalmente Lee, já que ela geralmente escreve as letras das músicas.

“Eu acho que quando eu penso sobre esse álbum, um monte de vezes eu me ouço cantando sobre uma busca da liberdade, estou sempre tentando me ouvir e resolver os meus problemas”

De acordo com Amy, a turnê nunca fica entediante, pois é um desafio para ela se apresentar ao vivo em frente a uma platéia, já que ela tem que se concentrar e se focar em todas as difíceis partes vocais, assim como as partes complicadas no piano.

“Há muita coisa para pensar no palco, então nunca fica chato”

Alguns dos lugares favoritos da banda para tocar ao vivo são a Grécia, Brasil e Japão. A banda não esteve em nenhum lugar da Ásia exceto Japão, por isso todos eles estão muito animados com essa turnê, já que vão se apresentar em mais países Asiáticos, incluindo Taiwan, Coréia do Sul e Malásia.

“É muito, muito emocionante para nós e será uma experiência totalmente nova. O plano, no início deste ano era ir os todos os países que nunca fomos, especialmente aqueles em que os fãs são ativos na internet”

Fonte: The Star !

Créditos: IEssence !

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