Site Music Feeds entrevista Will Hunt !

O site Music Feeds faz entrevista exclusiva com Will. Leia abaixo para mais detalhes !

“Tendo nascido em 1990, eu nunca vi uma banda ou artista infligir um movimento cultural que chocou a sociedade e inspirou uma nova era de pensamento. Todas essas peripécias terminaram nos anos 90. Em vez disso eu tive boy bands, bandas de menina, e o rap dos anos 90; veio nu-metal à sua cabeça, mas você entendeu meu ponto, tudo o que tínhamos eram as sobras da música ‘real’, que falava à Geração Y? Poucas bandas nos últimos 10 anos conseguiram se infiltrar na sociedade do mainstream de uma maneira tão espetacular como o Evanescence. Apesar de não necessariamente criar uma subcultura, eles trouxeram os números para que, essencialmente, proporcionassem as bases para a cena que nós conhecemos e amamos hoje. Tendo lançado recentemente em 2011 o álbum auto-intitulado e até mesmo o anúncio mais recente de sua turnê australiana, eu converso com o membro mais novo da banda, o baterista Will Hunt, para aprender sobre o mundo do Evanescence.”

Will Hunt(WH): Hey Mike, como vai ?

Music Feeds(MF): Muito bem, senhor, o que está acontecendo?

WH: Cara, nos apresentamos na noite passada no Conan O’Brian

MF: Sério? Como foi para conhecer Conan?

WH: Minha esposa e eu o assistimos por anos, ele é um dos caras mais engraçados que eu já vi, um cara muito legal, muito engraçado e tocar no seu show é uma verdadeira honra, tipo.. WOW!

MF: É demais, é visto em todo lugar do mundo!

WH: O Conan é? Não sabia disso. A vibe toda foi muito legal, todas as pessoas nos trataram tão bem e estamos totalmente animados. Então eu acho que significa que mesmo as pessoas na Austrália podem conferir.

MF: É ótimo ver que vocês ainda estão tocando o circuito de shows. Isso realmente me faz pensar, o Evanescence já viu de tudo, sobreviveu a todas as tendências, e como uma entidade de si mesmo, poucas bandas foram capazes de penetrar na sociedade ao ponto de impor uma subcultura e continuam a ser relevantes, qual é o segredo do Evanescence?

WH: Bem, eu acho, em primeiro lugar, muito disso é atribuído a Amy , ela tem uma visão muito clara do que ela quer fazer. Você sabe que Troy e eu viemos em 2007, e éramos de uma banda chamada Dark New Day. Ela realmente gostou da nossa banda, porque ela achou muito original – não me lembro das palavras exatas que ela usou para descrevê-la, mas gostaria de descrever a música do Evanescence, da mesma forma, muito original e eu acho que há dois fatores aqui, um dos quais é a sua voz, grande voz, transcende, cara, música boa é música boa, não importa quando é feita. Canções que foram feitas antes de Troy e eu são clássicas e as que nós fizemos nesse disco novo vão resistir ao teste do tempo também – a música é intemporal. E o outro fator é a dedicação dos fãs, eles são incríveis. Uma base de fãs fenomenal, muito leal… Muito leal na verdade, eles estão aí há 5 anos com esta enorme lacuna de modo que realmente queríamos dar-lhes algo que gostavam, e neste momento parece que nós fizemos … Esses são os maiores fatores de certeza.

MF: Então, você mencionou que o álbum foi bem recebido por seus fãs, é difícil escrever um álbum deste gênero e estar na posição que o Evanescence estava quando vocês começaram a escrever?

WH: Eu acho que é interessante. Foi uma ruptura tão longa entre o último álbum e este, de um modo estranho que tirou a pressão, porque todos nós olhamos pra ele como queremos fazer a música que queremos fazer, e tocar a música que desejamos ouvir e ele vai realmente testar como os fãs são leais. Poderia sair e as pessoas poderiam rejeitá-lo ou podiam ouvi-lo e dizer “Que porcaria é essa?”, mas acho que não é o que aconteceu. O que aconteceu é que as pessoas nos receberam de braços abertos, e para nós, por um lado você acha que, se tentássemos seguir o disco anterior, tirar dois meses e voltar para compor, acho que não teria havido uma imensa pressão para voltar. Foi uma pausa longa e nenhum de nós tinha qualquer expectativa em uma predisposição diferente de querer escrever a música que queríamos escrever. A pressão realmente não estava lá, foi muito mais em nós para ser o melhor que poderíamos ser, escrever as melhores músicas que poderíamos escrever. Isso é realmente o que aconteceu… Quero dizer, com certeza a pressão estava lá, e ele iria se arrastar aqui e lá.

MF: Foi uma daquelas situações em que as expectativas de seus fãs eram a última a última coisa que iriam olhar quando foram fazer o álbum?

WH: Sim. Definitivamente, quero dizer que é apenas mais uma daquelas coisas. Se você pegar o Fallen e olhar o The Open Door, verá que eles são diferentes álbuns, e então se você pegar este disco e colocá-lo junto aos outros dois, verá que é ainda mais diferente. A única constante é a voz dela, contanto que isso está intacto e ela não começa a gritar, de alguma forma estranha que ninguém sabe… se ela aparecer gritando como aquela menina naquela outra banda… Droga, como se chamam mesmo?

MF: Archenemy.

WH: Sim! Archenemy … Exatamente. Se ela sair gritando lá, tenho certeza que haveria muita confusão. Amo o Archenemy, eles são uma grande banda, embora eu não acho que se encaixa em nosso espectro.

MF: Vocês também acabam de anunciar a turnê australiana, portanto, para seus fãs australianos passou muito tempo desde a última vez que te viram. Qual a vibe do Evanescence para essa tour?

WH: Sim cara, antes de tudo, estamos apenas feliz por estar de volta novamente, tocando na frente das pessoas, tocando a música nova. Eu não me importo onde nós estamos. Sempre é uma emoção, mas por outro lado, para mim, eu nunca estive na Austrália. Há muitos lugares que estive, muitas coisas que eu fiz, mas eu nunca estive lá. Muitas vezes parecia que ia dizer “ok, vamos para Austrália!”. Mas  deu certo, então eu estou realmente animado para vir dar uma olhada. Ouvi dizer que as pessoas e os fãs são incríveis e todo mundo está doido para chegar lá.

MF: Bem espero que possamos ter um tempo bom para você.

WH: Sim, vocês tiveram três semanas de chuva ou algo assim né?  É o que temos lido por aqui! Gostaria muito de ter algum tempo para ir surfar na Austrália. Vocês têm todos os tubarões, mas não é com eles que eu estou preocupado. Vocês têm tantas outras criaturas estranhas lá embaixo!

MF: Sim cara, os tubarões não são nada, você pode evitá-los, mas as cobras não.

WH: Cara! Vocês têm tudo, eu já ouvi tantas histórias… É assim mesmo?

MF: Só tente não pensar sobre isso e você vai ficar bem.

WH: Isso é o que todo mundo diz: Tentar ignorar e nada vai acontecer.

MF: Bem, sim, você pode ignorar até que algo te morda então você nunca vai ser capaz de tirá-lo de sua mente de novo.

WH: Ha ha oh de jeito nenhum!

Créditos: IEssence !

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