Amy Lee afirma ao site Events que ela nunca foi gótica !

 Em entrevista ao site Events, de Singapura, Amy Lee fala sobre o novo álbum, processo de gravação, sobre o estilo da banda e sua expectativa para tocar em Singapura.

A música do Evanescence tem mudado desde o lançamento do álbum “Fallen”?
Com certeza. Algumas das músicas do “Fallen” foram escritas quando eu era tão jovem, como 15 anos, e agora tenho 30 anos! Eu cresci, e depois tem a banda e uma série de coisas. Eu sempre quis que minha música representasse quem eu sou, e as coisas que eu amo. Eu sempre fiz as músicas que adoraria ouvir, e os meus gostos mudaram. Eu diria que definitivamente há maior variação nesses dias [de hoje]. De sons, de emoções. O som da banda tornou-se mais sólido, e as letras tornaram-se mais confiantes.
Que tipo de direção a banda tem seguido em termos de música?
Este álbum simplesmente parece que foi próximo passo natural para nós. Isso realmente mostra a força desta formação, a dinâmica entre nós. É um álbum da banda. Eu acho que acabou abrangendo mais do que qualquer outra coisa.
Evanescence entrou em um hiato de dois anos, a que inspirou em voltar?
Eu me casei e queria uma vida normal. Não havia nenhum plano para o Evanescence por um par de anos, enquanto eu esperava estar inspirada a fazer a próxima coisa. Fui a shows de outras pessoas, pintei e visitei galerias de arte, passei um tempo com minha família. Eu precisava encontrar-me novamente e a escrita da música nasceu de um lugar totalmente real e natural, como deve ser – como no início.
Você poderia nos contar mais sobre o álbum auto-intitulado?
Eu toquei com um monte de teclados, órgãos e samples durante o processo de escrita – não completamente diferente de quando fizemos o “The Open Door”, mas desta vez nós continuamente procuramos um “outro mundo” em nossos sons. Foi um pouco do tema. Eu não sei o porquê, eu acho que espelha o meu fascínio com o desconhecido.
Qual é a sua canção favorita da banda que você já escreveu?
Essa é uma pergunta impossível eu nunca poderei responder. Elas significam coisas diferentes para mim.
O que fez / te inspirou a ir com um look dark / gótico?
Eu não sou uma gótica! Haha. Nunca fui. Meu senso de estilo é apenas outra maneira de me expressar. Ele se encaixa aos salpicos de música dark e, muitas vezes, angustiante. Mas com um pouco de cor/vida/atitude.
Então, você toca harpa. Qualquer chance de vê-la tocando ao vivo?
Eu toquei ao vivo por duas vezes. Uma vez no Tonight Show, quando eu cantei ” Sally’s Song”, e no último Natal para um acústico especial da Sirius. É desafiador e divertido! E DESAFIADOR!
Qual é a primeira coisa que você fará / faria quando chegar a Singapura?
Bem, é a minha primeira vez, então eu realmente não sei! Se for algo parecido com o resto da turnê, começará com uma longa fila na Alfândega, seguido de um encontro com poucos fãs hardcore no aeroporto, um bom banho e depois um show de rock esmagador!
Os fãs esperaram tanto tempo pelo Evanescence em Singapura. Nenhuma palavra para os fãs?
Eu não posso esperar para conhecê-los e estou tão feliz por finalmente estar indo! Obrigada por ouvir nossa música, e fazer possível que façamos algo tão impressionante como viagens em todo o mundo para tocar!
Créditos: Ev Rock BR !

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