Entrevista com Amy Lee para o site Nzherald !

Confira abaixo a entrevista da banda para o site Nzherald.co.nz, onde esla fala sobre ser uma rockstar!

Amy Lee, vocalista do Evanescence, sabia que queria ser uma estrela do rock desde cedo.

“Era tudo que eu pensava. Eu estava 100% determinada quando eu tinha 13 ou 14 anos.”

Seu pai vivenciou a vida difícil de um músico e DJ, de modo que seus pais deram apoio, e também queriam que ela continuasse a estudar e esperar antes de fazer uma escolha.

“Eu acho que sempre havia uma voz na minha cabeça dizendo: ‘eu vou mostrar para eles, eu vou provar para eles que estão errados. Tem algo mágico acontecendo aqui’.”

Na verdade, aquela pequena faísca de magia já vendeu 25 milhões de álbuns, vendo os top charts da banda e tendo ganhado dois prêmios do Grammy.

Eles aumentaram sua importância como uma banda de rock liderada por uma mulher.

“Eu era um daqueles nerds quando minha professora de piano ia me ensinar uma peça do Beethoven. Eu ia levá-la super a sério, e trabalhar muito.”

Esse foco sincero tem sido fundamental para o sucesso do Evanescence. Houve várias mudanças na formação da banda (Lee, 30 anos, sendo o único membro consistente) devido a diferenças criativas e pessoais.

Quando eles pararam de fazer shows no final de 2007, Lee não sabia se poderia haver outro álbum do Evanescence. Mesmo que a formação estivesse muito bem resolvida, era mais sobre a necessidade de um verdadeiro descanso da parte dela.

“Fazia 10 anos que me focava exclusivamente no Evanescence, por toda minha vida adulta, então depois de se casar no meio da turnê, em 2007, eu só queria parar por um tempo e ser normal, ser apenas eu, e não a garota do Evanescence o tempo todo. Eu precisava daquilo.”

O hiato durou pouco quando Lee foi naturalmente atraída de volta para a composição de novo, e novas ideias para o novo álbum, auto-intitulado, começaram a ganhar forma.

“Eu comecei a tocar harpa e eu sempre estive sentada no meu piano, sem um motivo, só tocando alguma coisa. E as primeiras músicas que começaram a sair eram muito puxadas para o folk, na verdade, inspiradas por Neil Young.”

Mas, apesar de alguns desvios pequenos em folk e música eletrônica, o álbum ainda soa muito como Evanescence, mas a grande diferença desta vez foi que toda a banda colaborou com o processo de composição, ao invés de Lee trabalhar sozinha.

O álbum tem uma gama de emoções e reflete uma variedade de períodos na vida de Lee.

Apesar de estar em um lugar muito bom, tanto pessoalmente como profissionalmente, ela não acha que é difícil extrair algo mais pessimista, emoções raivosas em suas composições e performances. Ainda é uma forma de catarse.

“Eu acho que você sempre vai ter dias que são difíceis e os dias que são incríveis. Para mim, nunca foi tão difícil encontrar algo frustrante ou difícil de escrever, porque isso é apenas uma parte deste mundo.”

“Uma das músicas é sobre o tsunami no Japão, e sobre imaginar perder tudo, e estando naquele momento e, claro, acaba com Swimming Home, que é uma música muito tranquila – é a calmaria após a tempestade.”

Evanescence pode ter amadurecido e encontrado um bom caminho, mas os fãs podem ter a certeza que ainda haverá muito drama e angústia no palco quando eles se apresentarem aqui na Nova Zelândia na semana que vem.

Créditos: Ev Rock BR  e Iessence !

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