Amy Lee concede entrevista ao Fuse TV e afirma que sempre ficou focada no Evanescence !

Amy : “Voltei porque queria. E quando comecei a compor de novo sem um plano ou a gravadora me forçando, começou a soar como Evanescence”, diz Amy Lee em entrevista à Fuse TV. Carnival of Madness Tour, Lzzy Hale (Halestorm), processo de composição e o “novo Evanescence” são alguns dos temas abordados. Leia abaixo:

Carnival of Madness Tour
“Essa formação tem uns 5 anos, somos uma banda ao vivo e já estávamos confortáveis tocando as músicas velhas e as colocando nessa vibe ao vivo. Gosto delas assim do que do jeito que estão gravadas. Então, queríamos fazer um álbum, pegar essa mesma vibe e energia que já tínhamos e jogar nas músicas novas. Sinto que todo mundo veio com novas ideias, então as músicas estão voltadas para essa energia.”
Saindo em turnê com o Halestorm
“Fui ao palco só para ver a Lzzy cantar, ela é fantástica, a voz dela parece uma daquelas do rock clássico. Eu pensei, ‘Uau! Ela é incrível’, é legal ter outra mulher na turnê. Além disso, ela é muito realista.”
 
Compondo
“A música é minha saída para os meus próprios problemas, descobri que quando escrevo música, poesia, ou algo criativo, amo as coisas que estou fazendo, então sinto que as transformo em algo bonito. Virou essa coisa [o Evanescence] que eu não tinha a intenção de fazer, isso tem sido uma grande bênção na minha vida. Mais tarde, vi que afeta as outras pessoas do mesmo jeito que isso é como uma terapia para mim.”
Tirando umas férias de cinco anos
“Quando comecei a fazer música, foi como descobrir naturalmente, porque você gosta e quer fazer isso. Depois de um tempo, se torna mais como um trabalho, isso é uma coisa estranha porque é como a minha válvula de escape. Sempre estive totalmente focada no Evanescence, desde a minha adolescência tendo o pensamento, ‘isso tem de acontecer!’. Não queríamos ir direto para o próximo álbum, tiramos umas férias e gastamos esse tempo compondo. Nesse tempo, me casei e queria ter um tempo, contei aos outros da banda que não sabia o que queria fazer porque estando fora da fama, fez-me sentir livre, mas voltei porque queria. E quando comecei a compor de novo sem um plano ou a gravadora me forçando, começou a soar como Evanescence.”
Parte favorita quando se está compondo
“Quando você termina de compor uma música, é aquele momento, a ponte está pronta, o refrão é bom, o verso tem o swing, é o melhor sentimento de todos. Não posso explicar, é algo que você nem sequer pode imaginar viver sem.”
Onde o Evanescence se encaixa?
“Não acho que nos encaixamos, eu gosto disso. Acho que o que está acontecendo é que o rock está indo ao underground de novo. Há tantas coisas que são incríveis, as pessoas estão ouvindo por causa do jeito como as coisas funcionam na internet, tudo se trata de encontrar aquela coisa específica, a qual você ama. Estou feliz que estamos nesse lugar agora depois do momento que tivemos no mainstream, isso criou nossa base de fãs, porque eles estão conosco, mas é como se tivéssemos essa comunidade underground secreta que é maior do que você imagina.”
O novo Evanescence
“Um monte de sentimentos que tivemos eram sobre renascimento. O álbum auto-intitulado foi uma afirmação de fazer o que gostamos, sinto que, como banda, nós atingimos a maturidade. Acho que todos nós temos uma melhor compreensão do que o Evanescence é.”
Créditos: Ev Rock BR e Amy Lee BR !

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