Entrevista exclusiva com Amy Lee para o site Total Atlantic City !

O site Total Atlantic City publicou no dia (01/03), uma entrevista com a vocalista do Evanescence, Amy Lee, que acompanhou o show da banda Tenacious D junto aos irmãos e ao esposo Josh Hartzler, no House of Blues, Atlantic City, onde ela comenta sobre o vídeo que fez para Lost in Paradise e sobre como está curtindo a vida longe dos palcos. Confira:

Amy_Lee_with_Tenacious-D

Encontrando Amy Lee do Evanescence no show da banda Tenacious D no House of Blues, Atlantic City.

A banda Tenacious D realizou um show insanamente incrível com ingressos esgotados no House of Blues, Atlantic City em Showboat, na noite passada, e uma das várias razões do porquê é tão legal são as incríveis performances que fazem outras celebridades incríveis parar para ver os shows! Na noite passada, encontramos ninguém menos que Amy Lee do Evanescence! Então tive que fazer algumas perguntas. Confira o que ela tem a dizer:

TAC: O que a trouxe à Atlantic City para o show do Tenacious D? Obviamente a música deles é um pouco diferente da sua!

Amy Lee: Primeiramente eu sou uma antiga ‘D fã’ desde o colégio, ou seja, deste o programa de TV nos anos 90. É muito bonita essa coisa de culto de cada músico que já conheci. Mesmo naquela época, acredito que os músicos amavam Tenacious D porque era a banda numero um, é hilário. Jack Black é incrível e é claro KG. E o mais importante, eu acho que a razão de serem tão fantástico é porque a música deles é realmente boa.

Eles são extremamente talentosos. As brincadeiras estão nas letras, mas eles estão tornando tudo isso incrível, coisas impressionantes que você meio que quer aprender! É divertido ouvir como uma brincadeira, mas ao mesmo tempo é realmente cativante e bom.
Meu irmão está na cidade e estamos saindo. É a coisa favorita dele no momento. Este será o primeiro show do Tenacious D para ambos, então será um destaque da viagem com certeza.

TAC: Como você acha que é assistir shows sendo uma artista, você se compara a um fã comum?

Talvez, porque eu sei o que é ser uma artista. Há muito que eu aprecio mesmo nas pequenas coisas. Se a música da Tenacious D fosse ruim eu não acho iria achar engraçada. É legal assistir porque você está vendo alguém fazer algo muito, muito bem, mas também não os levamos muito a sério. Acho que é meio raro.

TAC: Você esteve aqui por pouco tempo, em Agosto com o Evanescence, para a turnê do Carnival of Madness. Você tem alguma lembrança do show no House of Blues?

Foram duas noites, para mim foi meio que uma experiência estranha, porque você tem que se enganar e dizer a você mesma que você está tocando para pessoas diferentes e que eles não viram você fazer a mesma coisa da noite anterior. Mas foi uma ótima experiência, absolutamente.

Amamos ir ao House of Blues, fazemos pequenos e grandes shows. Às vezes em turnê você cria o hábito de tocar em locais de tamanho semelhante e é claro, shows de arena são incríveis, mas quando se toca no House of Blues, é o tamanho perfeito.

Você pode ver as pessoas e sentir-se como que se estivesse no meio delas. Às vezes a plateia se transforma em um mar de gente quando é muito grande, e você meio que se sente só. Eu gosto da intimidade de um show em clube. Tivemos lembranças muito boas no House of Blues, de todo o país. Acredito que quando estivemos em aqui na turnê em 2003, quando o nosso primeiro álbum foi lançado, Nova Orleans foi o primeiro House of Blues em que participamos. Foi tão incrível porque nunca havíamos tocado em Nova Orleans antes e estávamos fazendo muitas viagens neste ano.

Tudo era muito novo para mim. Foi tão emocionante caminhar no Bourbon Street e tocar no House of Blues. House of Blues e o Evanescence têm sido amigos por um bom tempo. Eles têm sido uma grande parte de nossa jornada.

TAC: No dia dos namorados, você carregou um vídeo de “Lost in Paradise” no YouTube, feito a partir de uma participação com fãs e um vídeo pessoal da turnê do Evanescence após vocês terem retornado da Carnival of Madness Tour e essa foi uma espécie de lembrança de vocês para os fãs da turnê. Como artista, você compartilha os mesmos sentimentos de seus fãs quando a turnê acaba?

Absolutamente. É agridoce, pelo fim da turnê estamos cansados. Ela dura sempre mais que um ano. Esta turnê durou cerca de um ano e três meses. É muito difícil quando você chega nos últimos dias e pensa consigo mesma “eu poderia fazer isso por um mês mais. Sentirei falta disso”.

Encerramos a nossa turnê no Reino Unido e foi realmente grandiosa, magnífica, embalados pelo show em Wembley. Foi um final extremamente belo.

Havíamos estado no mundo todo e tocado em todos estes lugares incríveis. Nós amamos tanto os nossos fãs. Eles nos deram tantas lembranças e me deram força para seguir em frente em momentos que eu não tive certeza de que poderia continuar.

Isso é definitivamente um relacionamento de duas vias. Estivemos apoiados por pessoas de uma maneira muito legal, pois elas estão profundamente conectadas com nossa música. Necessariamente nós não precisamos conhecê-los pessoalmente. Podemos nunca ter os conhecido, mas há uma conexão quando estamos nos shows.

Tenho os fãs em meu coração, que se tornaram amigos ao longo dos anos. Quando vamos visitá-los, eles trazem lágrimas aos meus olhos. Eu amo fazer o que faço e eu sinto falta dos fãs.

Fazer aquele vídeo foi uma coisa legal, de verdade, eu pensei que mesmo que não fosse lança-lo, só queria tê-lo pra mim documentado, porque eu sempre quis fazer um vídeo para “Lost in Paradise”.

Nós não temos orçamento para fazer um grande vídeo do antigo Evanescence para esta canção, mas estou feliz por termos feito este. Ele é muito comovente, pessoal e real.

Você tomou um tempo desde o término da turnê em Novembro. O que você têm feito desde então?

Mergulhando em qualquer projeto criativo que o meu coração deseja no momento. Quando você está na estrada ou promovendo um álbum, o calendário é muito rigoroso. Você deve seguir o plano e eu odeio seguir o plano. Esta não é a maneira que estou acostumada. Se há um plano, normalmente eu quero fazer o oposto.

É legal não ter um plano porque eu tenho sempre uma ideia criativa e insana em mente, então simplesmente a executo. Estive pintando, fazendo um pouco de música para mim, apenas brincando. Estive assistindo a um monte de shows e passando o tempo com a família. Esta é a coisa mais importante, que você mais sente falta na turnê.

Em que tipos de shows você esteve? Algum bom?

Eu encontrei uma nova banda na abertura de um show da banda de uma amiga, The Lone Bellow, de quem sou grande fã. Houve esta outra banda que estava abrindo para eles, chamada Lucius e essas duas moças, uma vantagem dupla de vocalistas, então já tivemos um bom começo. Eu amo vocais femininos e eu amo artistas do sexo feminino. Elas são igualmente incríveis e tocam diferentes instrumentos.

Há uma banda por trás deles também. Isso é realmente interessante e a música é bonita, elas utilizam roupas vintage que também é tão legal pra mim. The Lone Bellow e Lucius são as bandas que apreciei ir ver recentemente.

Você apoiou recentemente uma organização destinada a ajudar mulheres que sofreram no Haiti. Como você se envolveu com isso?

Uma das coisas boas em ter pessoas que te escutam quando você diz alguma coisa quer dizer que você deve ter algo importante a dizer. Se há algo que você possa dizer que é tão simples como um ‘tweet’ e propagar a ajuda de alguém em algum lugar, eu acho que você deve fazer isso. Isso aconteceu porque esta organização estava tentando conseguir apoio, reunir alguma atenção para esta causa, então eu apoiei, claro. Isso não tomou muito de mim e se há alguma oportunidade em que eu possa ajudar alguém, estou dentro.

Estamos te seguindo no Twitter e você parece tão normal em sua vida dia após dia.

Não estive tuitando muito! Sinto-me mal por isso. Quando estivemos em turnê eu tinha algo a dizer quase que todos os dias, como ir aos shows, postar alguma imagem dos shows, etc. E quando se está off, eu sinto como se tudo fosse voltado apenas para mim, é como se eu não tivesse uma banda então eu provavelmente não teria uma página no Twitter porque não sou o tipo de pessoa que gosta de postar “Confiram meu sanduíche!”. Eu não espero que alguém se importe.

Eu não me importo com o que você têm para almoçar, então é engraçado agora que eu estou desconectada, porque eu quero estar em contato com os fãs, mas não acho que haja algo emocionante o bastante acontecendo.

Você parece ter uma vibe diferente do que a que você tem no palco. Quão diferente é a Amy dos palcos, da Amy dia após dia, e quão similares elas são?

Eu sou a mesma pessoa, mas definitivamente não sou sombria e dramática na vida real. Eu tenho este lado, mas ainda sou uma garota dos anos 90 procurando por um brinquedo antigo Rainbow Bright porque ainda estou tentando completar minha coleção!

Eu amo música, é a minha primeira e mais importante paixão, mas eu adoro cozinhar e sair junta com as pessoas. Eu gosto de tocar e geralmente faço as pessoas estarem próximas, mas eu amo estar só, fazendo coisas criativas e ser uma pessoa introspectiva.

TAC: Incrível. Bom desfrutar do seu tempo aqui e do show! Você tem algum plano divertido para depois?

Provavelmente iremos ao backstage e sairemos com a banda Tenacious D, mas eu não tenho certeza do que vai acontecer! Eu nunca os conheci na verdade e é aí quando o meu lado super tímido aparece.

Há rumores de que Amy Lee se encontrou com a banda Tenacious D após o show e estou certo de que ela estava super-animada de isso ter acontecido…

Créditos: EvShadow!

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