Brasil

Amy Lee promete show em Brasília carregado de hits e novidades.

 

Depois da pausa anunciada em 2012 e projetos individuais, a cantora anuncia um novo disco para os próximos meses

Nos anos 2000, meninos e meninas com longas franjas e roupas pretas dominavam as ruas de Brasília. Eram os emos. 17 anos depois, muitos deles estão crescidos e ansiosos para ver, pela primeira vez, um show da banda Evanescence na cidade, em 20 de abril. O Metrópoles bateu um papo com a vocalista Amy Lee sobre o que esperar da apresentação.

Depois de uma pausa em 2012, o grupo promete energia e novidades no curto prazo.  “Estamos inspirados a produzir novas coisas. Se virá um novo disco no futuro? A resposta só pode ser sim. Estamos confortáveis, os anos que tivemos de pausa foram importantes na vida de cada um dos integrantes, e agora voltamos com toda a força”, conta Amy Lee.

No repertório do show em Brasília, é possível que algumas dessas novidades apareçam. Mas é no clima saudosista que os fãs se apoiam. A expectativa é ouvir as canções que embalaram várias “bads” da adolescência, como “Going Under”, “Bring Me To Life” e “My Immortal”.

O último disco da banda foi lançado em 2011 (“Evanescence”). Mesmo com tanto tempo sem novidades, Amy agradece o carinos apoio dos fãs e admiradores brasileiros, que, segundo ela, apoiaram cada um dos integrantes mesmo durante o tempo fora dos holofotes.

O fã brasileiro tem essa característica curiosa, que eu não consigo entender, mas gosto muito. Eles continuam nos apoiando, procurando saber como estamos, mandando mensagens e dizendo que nos amam. Mesmo quando eu estava longe do cenário musical, ainda assim, eles não perderam a paixão pelo meu trabalho.

Amy Lee

O Evanescence desembarca na capital com nova formação. A guitarrista alemã Jen Majura assume o lugar deixado por Terry Balsamo. “Ela faz o trabalho da banda ficar mais leve. Interage conosco de um jeito muito natural e, claro, é uma excelente musicista”, garante Lee.

Som infantil
Um outro projeto de Amy Lee muito comentado foi o CD infantil que a cantora lançou em setembro de 2016, intitulado “Dream Too Much”. Diferente do visual dark e gótico pelo qual é reconhecida, ela aparece cercada de bolinhas, unicórnios e coisas coloridas.

“Meu filho Jack, que está com dois anos, foi a minha maior inspiração. Tudo fluiu naturalmente. Como mãe, vivi imersa nesse universo de brincadeiras e enquanto eu brincava com ele as músicas vinham surgido aleatoriamente, sem compromisso”, revela.

Evanescence
Em 20 de abril de 2017, às 22h, no Net Live Brasília (SHTN, Trecho 2, Conjunto 5, Lote A). Ingressos a R$9 0 (pista), R$ 170 (pista premium) e R$ 250 (camarote). Não recomendado para menores de 16 anos. Informações: (61) 3306-2030.

Fonte: Metrópoles!


Folha de São Paulo – Evanescence retorna ao Brasil para divulgar álbum homônimo!

Voltando ao Brasil após tocar no festival Rock in Rio, em 2011, a banda norte-americana Evanescence apresenta para os fãs brasileiros a turnê do último álbum de estúdio –o homônimo ‘Evanescence’. Além de tocar no dia 7 de outubro no Espaço das Américas, em São Paulo, a banda passa pelo Rio de Janeiro (6/10), Recife (11/10) e Fortaleza (13/10).

O grupo, que já vendeu cerca de 25 milhões de discos e ganhou dois prêmios Grammy, tem como característica principal a mistura de música clássica, hard rock, e os vocais angelicais de Amy Lee.

“Nossas principais características são as composições épicas, algumas partes mais obscuras, e também as influências da música clássica e do hard rock, além, é claro, das letras que complementam bem tudo isso”, descreve a vocalista à Folha.

Leia abaixo a íntegra da entrevista com Amy Lee

Folha – Olá, Amy Lee, como você está?
Amy Lee – Muito bem, obrigada. É uma honra poder conversar com você, ainda mais do Brasil, que amo muito e onde tenho os fãs mais calorosos do mundo.

Como você se sente voltando ao Brasil em tão pouco tempo?
Muito honrada. Nossos melhores fãs vêm do Brasil e também são mais “quentes” e amáveis do que os de qualquer outro país que já visitei. Além disso, uma das línguas que mais quero aprender a falar é o português. Fico muito ansiosa toda vez que temos uma turnê na América do Sul, principalmente no Brasil.

E como foi tocar no festival Rock in Rio em 2011?
Foi excelente, mas essa foi a nossa primeira apresentação no país depois de um bom tempo, então resolvemos celebrar esse fato com os fãs tocando músicas de toda nossa carreira. Além disso, foi uma honra tocar com tantas bandas excelentes e a produção foi maravilhosa.

Como você vê a sonoridade do Evanescence se comparada com outras bandas com mulheres no vocal?
Essa é uma pergunta bem difícil. Realmente existem muitas excelentes bandas com mulheres no vocal em todo o mundo e prefiro não comentar somente uma. Agora, falando exclusivamente sobre o Evanescence, nossas principais características são as composições épicas, algumas partes mais obscuras, e também com influências da música clássica e do hard rock, além, é claro, das letras que complementam bem a nossa música.

No Brasil, por exemplo, no começo de carreira do Evanescence vocês eram bastante comparados com o Nightwish. Você conhece e gosta da banda?
Eu escutei boatos sobre isso na época, mas nada muito além. Eles vêm para o Brasil neste ano?

Sim, o Nightwish vem em dezembro para o Brasil.
Bem legal saber disso! Eu escutei a banda poucas vezes e não tenho tanta familiaridade com o som do Nightwish, mas eles são muito bons no que fazem.

Mudando um pouco de assunto, como é o processo de composição após a saída do guitarrista Ben Moody?
O processo de composição tem ido muito bem até agora, digamos assim. Evoluímos bastante como músicos. Além disso, estamos com menos pressão no estúdio e na hora de gravar, principalmente. Nos sentimos mais livres na hora de compor. Desde o disco ‘The Open Door’, de 2006, temos feito tudo da nossa maneira e muitas coisas positivas têm aparecido desde então.

Você não pensou em colocar mais peso na banda depois de anos de carreira?
Eu acho que a banda mudou bastante durante esses anos, mas não exatamente nesse sentido. Acredito que quando começamos um processo de composição, temos que seguir nossos instintos. Colocar mais peso nos discos sempre é muito bom, é claro, porém não como foco principal. Temos que ser o mais honesta possível com os fãs porque eles sempre percebem isso.

Em recentes entrevistas, você disse que o último álbum da banda, ‘Evanescence’, tem influências de Björk, Depeche Mode, Massive Attack, MGMT e Portishead. Como essas bandas mudam ou interferem na hora de compor as suas músicas?
Amo a Björk, ela é uma das minhas principais heroínas. Adoro os grupos Depeche Mode, Massive Attack, entre outras bandas, mas também escuto vários outros grupos gêneros diferentes como a música eletrônica. É claro que elas influenciam o Evanescence, mas na hora de compor eu não penso exatamente nelas. Sou muito fã de Michael Jackson, por exemplo, porém não necessariamente preciso soar como ele nos discos da banda.

Como você divide sua carreira musical e a vida pessoal?
Essa é difícil, primeiro me diga como você faz que eu te falo a minha maneira de dividir (risos). Na verdade, é bem complicado porque tem muita gente envolvida. Alguns músicos podem achar que é somente um trabalho, mas não é um trabalho normal porque tem muito sentimento envolvido, fãs que se espelham em mim. Ao mesmo tempo, tenho minha família e meu jeito de viver. Às vezes é duro ficar muito tempo fora de casa, mas faz parte e agradeço todos os dias pela vida que tenho na estrada e com meus fãs.

Por último, pode deixar um recado para seus fãs em todo o Brasil?
Eu agradeço o apoio incondicional dos meus fãs brasileiros por todos estes anos. Vejo vocês em breve nos shows do Evanescence!

EVANESCENCE
QUANDO domingo (7), às 21h
ONDE Espaço das Américas (SP)
QUANTO de R$ 90 (pista) a R$ 340,00 (pista premium)
CLASSIFICAÇÃO 14 anos

Fonte: Folha de S. Paulo!

Créditos: IEssence!


EGO – Vocalista do Evanescence pede legumes e cerveja no camarim !

Amy Lee também quer pipoca e salgadinhos nas cinco apresentações que fará no Brasil, em outubro.

Evanescence  (Foto: Site Oficial/Divulgação)Amy Lee, vocalista do Evanescence, pediu legumes, cerveja, salgadinhos e outras coisas em seu camarim, para as apresentações que fará no Brasil em outubro.

Confira a listinha: bandeja com brócolis, cenouras, pepino, aipo e legumes da estação; molho vegetariano (ranch ou queijo) para a salada; água quente; limões; faca para cortar gengibre fresco, para colocar no chá para a garganta; pipocas com queijo cheddar; água mineral com e sem gás; gelo filtrado; cerveja Budweiser; nozes, castanhas, avelãs e amendoim torrados e temperados; creme de leite diet; creme de avelã; Doritos, nachos e pretzels.

A banda liderada por Amy se apresenta em em Porto Alegre no dia 4. Depois, segue para o Rio de Janeiro (06/10) São Paulo (07/10), Recife (11/10) e Fortaleza (13/10).

Fonte: EGO !

Créditos: EvShadow!


Vendas de ingressos para o show do Evanescence no Brasil !

SÃO PAULO:

VENDAS PÚBLICO GERAL

Pista Premium – R$ 340,00 / R$ 170,00
Pista – R$ 180,00 / R$ 90,00
(Setor, inteira e meia)

Para adquirir seu ingresso, acesse: http://www.livepass.com.br/evanescence-sao-paulo/

 

RIO DE JANEIRO:

PRÉ-VENDA: CLIENTES HSBC: dias 16 e 17 de agosto. 

VENDAS PÚBLICO GERAL: idia 18 de agosto.

BUDZONE – R$ 360,00 / R$ 180,00
Pista – R$ 200,00 / R$ 100,00
Cadeira Nível 1 – R$ 250,00 / R$ 125,00
Cadeira Nível 3  – R$ 140,00 / R$ 70,00
Camarote –  R$ 320,00 / R$ 160,00
(Setor, inteira e meia)

Para adquirir seu ingresso, acesse: http://www.livepass.com.br/evanescence-rio-de-janeiro/

RECIFE:

Os ingressos de recife tb começaram a vender!!!
PORÉM so Camarotes…. A pista sera liberada em breve
CAM 1º PISO – R$ 220,00
CAM 2º PISO – R$ 200,00
CAM 3º PISO – R$ 180,00

 

Créditos: IEssence !